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Quarta-feira, 23 de junho de 2021

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Projeto em breve

Lúdio Cabral sugere que Estado pague conta de luz dos mais pobres por três meses

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Lúdio Cabral sugere que Estado pague conta de luz dos mais pobres por três meses
O deputado estadual Lúdio Cabral apresentou, na última semana, uma proposta para que o Governo de Mato Grosso pague a conta de luz da população mais pobre por três meses. A ideia foi aprovada pelos pares e deve virar projeto de lei em breve. De acordo com o parlamentar, a intenção é beneficiar  os consumidores residenciais cadastrados no CadÚnico ou no Benefício de Prestação Continuada (BPC), com consumo de até 100 kWh por mês.

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“Grande parte da população está com dificuldade financeira e cada vez mais pessoas estão passando fome. A proposta que apresentei pode aliviar o sofrimento de muitas famílias. É uma medida de distribuição de renda que o Estado pode tomar para assegurar a sobrevivência da população em situação vulnerável. Com o dinheiro que usariam para pagar a conta de luz, essas famílias poderão comprar comida e ter mais condições de sobreviver nesse período tão difícil”, argumentou Lúdio.

O deputado utilizou os dados apresentados pelo Secretário de Estado de Fazenda Rogério Gallo para demonstrar que Mato Grosso tem recursos suficientes para custear este subsídio, já que o Estado teve superávit financeiro de R$ 3,9 bilhões ao encerrar o ano de 2020.

“A Assembleia já aprovou a proibição do corte de energia durante a pandemia, que é uma medida muito importante. Mas Mato Grosso pode fazer muito mais. O Estado iniciou o ano de 2021 com R$ 3,9 bilhões em caixa. Esse dinheiro tem que ser aplicado na proteção social da população mais vulnerável e na proteção econômica das micro e pequenas empresas mais atingidas pela pandemia de covid-19. Para isso, basta o governador decidir priorizar a proteção da população em vez de continuar priorizando o interesse dos gigantes”, afirmou Lúdio.

O deputado ainda lembrou dos altos impostos cobrados na conta de energia elétrica e destacou a necessidade de reverter essa arrecadação em benefícios para a população, principalmente em período de pandemia.

“O ICMS da energia elétrica chega a 42% em Mato Grosso. O dinheiro dos nossos impostos precisa ser revertido em políticas públicas que protejam a vida e os direitos da população. Auxílio emergencial não é esmola. É direito. Todos nós pagamos impostos para que o Estado cumpra seu dever de proteger a vida e a saúde das pessoas”, concluiu.

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