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Sábado, 24 de julho de 2021

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SEM VALOR JURÍDICO

‘Se Mauro virar as costas à decisão, pode voltar pra casa’, diz Barranco sobre plebiscito dos modais na Capital

Foto: Reprodução

‘Se Mauro virar as costas à decisão, pode voltar pra casa’, diz Barranco sobre plebiscito dos modais na Capital
Crítico a troca do VLT pelo BRT, o deputado estadual Valdir Barranco (PT) avaliou que mesmo não tendo poder jurídico, o plebiscito aprovado pela Câmara de Cuiabá para debater os modais pode trazer prejuízo político ao governador Mauro Mendes (DEM), caso ele não siga o resultado da votação.

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Barranco, que chegou a realizar audiência pública na Assembleia Legislativa (ALMT) para debater a questão, afirma que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) tem razão ao defender a realização do plebiscito.

Se a maioria optar pelo modal que o governador não quer e ele virar as costas a essa decisão, pode pegar a mala e voltar pra casa

“Se a maioria optar pelo modal que o governador não quer e ele virar as costas a essa decisão, pode pegar a mala e voltar pra casa. A gente sabe a repercussão que Cuiabá nos demais municípios. Apesar de ser uma decisão que não afeta o restante dos municípios, há uma repercussão”, disse, em live do Olhar Direto no Instagram.

O plebiscito foi aprovado há mais de 20 dias, após a Assembleia não comprar a sugestão de Emanuel e seu filho, o deputado federal Emanuelzinho (PTB), para a aprovação da votação. Agora, o prefeito aguarda posicionamento do Tribunal Regional Federal (TRE-MT) que foi oficiado para prestar informações, como o custo para a realização da medida.

Apesar de defender que a população possa opinar sobre o futuro dos modais, Barranco demonstra pouca a possibilidade de comprar essa briga na Assembleia. Ele, que ficou mais de 80 dias internado por complicações da Covid-19, voltou a trabalhar, mas de forma remota e com algumas restrições.

“É algo que é necessário estar presencialmente, são muitos debates. Remotamente é difícil, na minha atual condição é complicado. Não sei dizer se irei topar ou não. Acredito que o plebiscito é salutar que a população decida e a população decidindo, por maioria, tira-se o peso das costas do governador, deputados, prefeitos e vereadores, pois, amanhã ou depois, caso o modal não funcione, o gestor vai poder dizer que foi implantado pó decisão da população”, pontuou.
 

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