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Quinta-feira, 16 de setembro de 2021

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OPERAÇÃO CURARE

Mauro lamenta nova operação contra prefeitura e diz que Emanuel bate recorde com sete secretários afastados

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Mauro lamenta nova operação contra prefeitura e diz que Emanuel bate recorde com sete secretários afastados
Classificando como lamentável a deflagração de mais uma operação contra a Prefeitura de Cuiabá, o governador Mauro Mendes (DEM) afirmou que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) bateu recorde de número de secretários afastados. Nos quatro anos e sete meses a frente do Palácio Alencastro, o emedebista teve sete secretários retirados do cargo por determinação da Justiça.

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Na sexta-feira (29), foram a Operação Curare, da Polícia Federal (PF), resultou no afastamento dos secretários Célio Rodrigues (Saúde) e Alexandre Beloto (interino da Gestão).

“Lamentável mais uma operação, já são sete secretários afastados por corrupção na Prefeitura de Cuiabá. Isso que é relevante e muito grave, mas a Polícia Federal está cuidando disso, tenho certeza que irão elucidar, assim como a Delegacia Fazendária, Ministério Público Federal e MP Estadual. São sete secretários afastados, bateu recorde. No Brasil não tem isso, desconheço. É lamentável”, afirmou, nesta segunda-feira (02).

Vinte pessoas e empresas, além da Secretaria Municipal de Saúde, foram alvo de busca e apreensão da operação, que ocorreu com apoio do Denasus (Ministério da Saúde) e buscou desarticular uma organização criminosa investigada pelo envolvimento em fraudes a contratações emergenciais e recebimento de recursos públicos a título “indenizatório”, em ambos os casos sem licitação.

Anteriormente, os secretários afastados foram: Antenor Figueiredo (Semob), Luiz Antônio Possas de Carvalho (Saúde), Marcus Brito (Procuradoria Geral do Município), Alex Vieira (Educação) e Huark Douglas (Saúde).

Empresas

O governador também comentou sobre o fato de a Hipermed Serviços Médicos e Hospitalares, também possuir contrato em vigência com o Governo do Estado de Mato Grosso, no valor de R$ 18,7 milhões, com validade entre 31 de março e 27 de outubro deste ano para “prestação de serviços de atenção domiciliar para pacientes (adultos) com a metodologia de desospitalização/oxigenoterapia de pacientes acometidos pela Covid-19”.

Na avaliação do democrata, o fato de uma empresa ter atitude suspeita em um contrato, não invalida outros. “Você pode ter uma empresa que num lugar é muito séria e em outro estar praticando algo ilícito. O que vale é a conduta do gestor/administração. Eu tenho muita tranquilidade em afirmar que nunca pedi pra ninguém fazer nada de errado. Se descubro, penalizo duramente. Tenho agido assim e tenho certeza que meus secretários agem da mesma forma, pois há uma tendencia do subordinado seguir o chefe”.
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