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Volta às aulas

“Jamais faria política pondo em jogo a saúde e a vida da população”, dispara Emanuel sobre fala de Antônio Joaquim

09 Set 2021 - 17:44

Da Redação - Isabela Mercuri / Do local - Airton Marques

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

“Jamais faria política pondo em jogo a saúde e a vida da população”, dispara Emanuel sobre fala de Antônio Joaquim
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) negou que sua decisão de voltar o funcionamento híbrido da rede municipal de ensino somente no dia 4 de outubro seja política, como insinuou o ouvidor-geral do Tribunal de Contas (TCE-MT) Antônio Joaquim no último dia 25 de agosto. Segundo Pinheiro, ele jamais “faria política pondo em jogo a saúde e a vida da população”.

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A fala do conselheiro aconteceu durante evento na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para debater a evasão escolar. Ele cobrou explicações da secretária municipal de Educação, Edilene de Souza Machado, e disse que o motivo para manter o ensino remoto não pode ser por rixa do prefeito com o governador Mauro Mendes (DEM).

“Se há alguma questão política ou politicagem é do governo com o município, aqui em Cuiabá eu não misturo, principalmente no que diz respeito à saúde e à vida da minha gente, da população cuiabana. A decisão é política, mas todo trabalho é técnico”, rebateu Emanuel nesta quarta-feira (8).

Após a fala de Joaquim, no dia 31 de agosto a juíza Gleide Bispo Santos, da 1ª Vara Especializada da Infância e Juventude da Capital, deferiu liminar e determinou retorno das atividades educacionais presenciais (híbridas) na rede pública municipal de ensino de Cuiabá a partir do dia oito de setembro, esta quarta-feira. As aulas na modalidade presencial estão suspensas desde o dia 24 de março de 2020. 

Emanuel, no entanto, recorreu e pediu uma audiência de conciliação com a juíza. Segundo ele, o planejamento é retornar as aulas assim que todos os profissionais da educação estiverem imunizados com duas doses, respeitando os quinze dias após a segunda dose. Apesar disso, o prefeito afirmou que não haverá descumprimento da decisão.

“Não vai haver descumprimento, estamos com um pedido de reconsideração e de uma audiência de conciliação, se não for conseguido, as aulas irão voltar, vou pedir só um pouco mais de prazo porque existe toda uma logística, são 54 mil alunos, 157 unidades contando com a educação infantil, então há todo um planejamento feito criteriosamente para retomar as aulas dia 4 de outubro e você não muda isso em três dias”, afirmou.
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