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Sábado, 28 de maio de 2022

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“Infelizmente não tem como ter UTI no estado inteiro”, diz secretário de Saúde

“Infelizmente não tem como ter UTI no estado inteiro”, diz secretário de Saúde
O secretário de Saúde Gilberto Figueiredo afirmou nesta segunda-feira (17) que o estado terá dificuldades para colocar leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no interior do estado. De acordo com o chefe da secretaria, o estado deve aumentar o ritmo da criação de novos leitos caso haja aumento da ocupação.

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Dados do painel da covid-19 da Secretaria de Estado de Saúde (SES) mostram que a baixada cuiabana concentra 29% dos casos no estado. As regiões do Teles Pires (15%), Sul (14%)e Médio-Norte (7%) somam 36% dos casos. O restante é dividido percentuais menores de outras regiões. 

“Infelizmente não tem como ter leito de UTI no estado inteiro, [as UTI's] estarão concentradas nos hospitais regionais, mas a maior concentração vai estar sempre aqui na baixada cuiabana, no Metropolitano, na Santa Casa, no Pronto Socorro, que infelizmente não está funcionando, mas se necessário for nós reinstalamos UTI para atender a população”, afirmou.

Figueiredo afirmou que mais 10 leitos de UTI serão criados nesta segunda-feira no Hospital Metropolitano, localizado em Várzea Grande. O secretário também disse que na próxima terça-feira (18) pretende criar outros 10 leitos de UTI em Primavera do Leste.

“Quando a taxa de ocupação está acima de 80% já entra em uma área de preocupação maior, ontem estava em 75%, hoje vamos introduzir 10 leitos no Metropolitano, amanhã mais 10 leitos em Primavera, então nós vamos graduando, sempre que passar dos 80% é uma preocupação maior”, afirmou Figueiredo.

Gilberto Figueiredo participou nesta segunda de reunião com o governador Mauro Mendes (DEM). Ele e os demais secretários foram convocados para apresentarem balanços sobre os últimos três anos e conversar sobre o ano de 2022, último ano da gestão Mendes. 

O secretário deve deixar o cargo para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Figueiredo disse que ainda não sabe quem será seu substituto no legislativo e que o nome do novo secretário está “na cabeça” do governador.

"Um dia eu vou sair e um dia vai ter que ter alguém para assumir", afirmou. "Eu não tenho cargo eletivo então eu não tenho que indicar ninguém para o governador, eu sempre disse que na Saúde tem muita gente preparada", completou. 
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