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Quarta-feira, 17 de agosto de 2022

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insalubridade e plantões

Sindicato da Saúde se reúne com Pivetta para cobrar pagamentos atrasados e alteração da jornada de trabalho

Foto: Reprodução / Assessoria

Sindicato da Saúde se reúne com Pivetta para cobrar pagamentos atrasados e alteração da jornada de trabalho
A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado de Mato Grosso (SISMA/MT), Carmen Machado, se reuniu nesta sexta-feira (11) com o vice-governador Otaviano Pivetta (sem partido) para apresentar demandas da categoria, como o pagamento de adicionais noturnos, insalubridade e plantões atrasados, e cobrar sobre a alteração da jornada de trabalho.

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Participaram da reunião também a assessoria jurídica do sindicato e representantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES), como a secretária Adjunta Executiva, Kelluby de Oliveira; secretária adjunta de Gestão Hospitalar, Caroline Campos; a superintendente de Gestão de Pessoas, Izabella Santanna e o coordenador de Gestão de Pessoas, Anderson.

De acordo com a assessoria de imprensa da Sisma, em alguns casos, há servidores que não recebem os adicionais desde setembro de 2021, conforme consta no Diário Oficial publicado na última terça-feira, dia 8.
A alteração da jornada de trabalho de 30 para 40 horas também foi um dos pontos discutidos, assim como a redução de carga horária do servidor responsável por Pessoa com Deficiência (PCD) e a participação do sindicato durante a elaboração dos atos preparatórios para o concurso público da saúde.

Durante a reunião, a presidente questionou também a falta de respostas sobre os processos já protocolados no Ministério Público e também na Casa Civil. “Precisamos saber o que está acontecendo nos bastidores. As fachadas estão lindas, mas é preciso conhecer as dores dos servidores. Temos a obrigação institucional de responder a nossa categoria”.

Na oportunidade, o Sisma destacou ainda a questão das instalações inadequadas e irregularidades no setor do serviço de nutrição e dietética do Hospital Regional Dr. Antônio Fontes, em Cáceres.

Segundo a categoria, após inspeção, a vigilância sanitária apresentou um relatório apontando a necessidade de interdição imediata do setor. A situação se arrasta desde 2019, sendo que a 4º vara cível de Cáceres já determinou que o Governo do Estado de Mato Grosso cumpra imediatamente a sentença e substitua materiais obsoletos e inadequados da cozinha do setor em questão, porém, até a presente data, nenhuma medida foi tomada.

“Nossas demandas são bastante pertinentes, não queremos confrontos desnecessários e nem ser intransigentes. É preciso apenas que sejam tomadas iniciativas por parte da SES. O SISMA representa os profissionais da saúde que atuam com maestria nas nossas unidades. Somos cobrados diariamente e a falta de diálogo por parte da secretaria nos impede de dar um retorno para os profissionais”.

Ao final da reunião, ficou estabelecido que será instituída uma comissão com participação do SISMA e a gestão de pessoas da SES para que seja feita uma análise técnica dos processos de alteração de carga horária e também na participação da elaboração do concurso público. A respeito dos ofícios encaminhados e sem respostas, será realizada uma “temporada de respostas”, disse o vice-governador.
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