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Composições partidárias

Jayme diz que Bivar não vai ‘abrir mão’ de ser candidato, mas defende liberdade para estados apoiarem outros

14 Mai 2022 - 11:54

Da Redação - Isabela Mercuri / Do Local - Lázaro Thor Borges

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Jayme diz que Bivar não vai ‘abrir mão’ de ser candidato, mas defende liberdade para estados apoiarem outros
O senador Jayme Campos (UNIÃO) defendeu a candidatura do presidente do União Brasil, Luciano Bivar, à presidência da República, mas que o partido libere os diretórios estaduais para apoiar quem quiserem. No caso de Mato Grosso, o governador Mauro Mendes (UNIÃO), possível pré-candidato a reeleição, deve caminhar junto ao presidente Bolsonaro (PL).

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“Pelo que me consta, ele [Bivar] não vai abrir mão (...). Independente de composição política, o partido quer ter uma participação efetiva na eleição, e precisa ter uma participação para que possa crescer. Nenhum partido cresce se não tiver candidaturas a presidente, governador, prefeito, etc. Nesse caso particularmente pelo que me consta é de que o Bivar me parece que também não vai abrir mão em hipótese alguma, nem a pau, para poder deixar de disputar para presidente da República”, analisou Jayme na noite da última segunda-feira (9).

Para o senador, no entanto, Bivar tem que entender que sua candidatura chegou tarde, e se ele insistir em obrigar os governadores a apoiá-lo, poderá prejudicar as eleições nos estados. “Acho que o próprio Bivar não tem esse direito de querer impor candidatura que às vezes não satisfaz as bases, que é o caso de Mato Grosso. Eu acho que o Bivar é um homem experiente, deputado de vários mandatos, é um homem sensato, vai entender perfeitamente [que deve] independente da sua candidatura ser lançada no Brasil, liberar o estado para fazer as melhores composições políticas. Caso contrário, vai levar vários candidatos a governador a dificuldade, às vezes até à derrota por falta do mínimo de coerência política em relação aos seus aliados e seus coligados e assim por diante”, completou.

Campos entende que a antiga possibilidade de uma “frente nacional” foi por água abaixo, e diante disso, o “mínimo de companheirismo” é deixar os diretórios nacionais à vontade para costurar suas próprias composições partidárias. Em Mato Grosso, grande parte dos filiados do União Brasil defendem Bolsonaro e já declararam apoio à reeleição do presidente.
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