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possível ter os dois modais

Emanuel diz que Prefeitura quer assumir obras do VLT e critica Mauro: ‘pensa que é Deus’

07 Jul 2022 - 11:40

Da Redação - Isabela Mercuri / Do Local - Érika Oliveira

Foto: Assessoria

Emanuel diz que Prefeitura quer assumir obras do VLT e critica Mauro: ‘pensa que é Deus’
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou, durante abertura da Conferência Municipal sobre o Modal de Transporte Público, na manhã desta quinta-feira (7), que a Prefeitura de Cuiabá quer assumir as obras do VLT, caso este modal seja o escolhido. Ele ainda afirmou que o governador Mauro Mendes (UNIÃO) “acha que é Deus” e que usou de deboche na nota em que afirmou que não iria participar do evento.

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Emanuel afirmou que a conferência tem caráter técnico e, principalmente no momento da tarde, serão ouvidos especialistas no assunto. Ele ainda afirmou que se o Governo tivesse enviado um representante, seria muito bem recebido. Na quarta-feira (6), o Governo, por meio de nota, afirmou que a Conferência não tinha razão de existir, e que era realizada por quem viajava de férias e conhecia o VLT em outras cidades, mas não utilizava transporte público no dia a dia.

“Um deboche, mais um tapa na cara de quem usa o transporte coletivo. Não merece nem resposta uma afirmação dessa vindo de um governador do estado, que lá no passado, quando era prefeito, aprovou o VLT, deixou arrebentar com a cidade inteirinha. Se eu não assumisse e não desse o mínimo de embelezamento urbano para a cidade, estaríamos como a Avenida da FEB até hoje. Agora, depois que ele fez o estrago, como governador vir falar um desrespeito deste? Não merece nem resposta”, afirmou o prefeito.

Ainda segundo Pinheiro, ele defende que é possível inclusive ter o VLT e também o BRT, pois a capital está em crescimento e, em breve, somente o traçado já existente do VLT não será suficiente. Por fim, falou sobre a opinião de Mauro de que o Tribunal de Contas da União (TCU) não tem competência para decidir sobre o modal por não haver dinheiro da União.

“Quando ele ganhou na primeira vez estava tudo certo?”, questionou. “Mauro Mendes pensa que é Deus, ele quer contrariar agora a suprema corte em direito administrativo do país. A última palavra em direito administrativo quem dá é o tribunal de contas da união, formado por sete ministros acima de qualquer suspeita e por técnicos reconhecidos no país inteiro. E ele quer questionar uma decisão por unanimidade do TCU?”, finalizou o prefeito.
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