O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (União), comentou que vai aguardar a direção nacional do seu partido definir a possibilidade de federação para discutir a possibilidade de continuar no União Brasil ou migrar para outra legenda para disputar a reeleição em 2026.
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Botelho relatou que recebeu um convite para ingressar no MDB, no entanto, prefere esperar para ver como ficarão as discussões sobre um possível casamento entre o União, o PP e o Republicanos, que devem se intensificar após as eleições internas para definir as presidências dos diretórios estaduais e municipais.
“Lá em Brasília vão acontecer várias conversações, vocês estão sabendo disso, que são federações, fusões, várias mudanças que vão ser feitas. Existe uma conversa do União fazer uma federação com vários partidos, tanto com o Republicanos quanto com o PP. Eu tive uma conversa junto com o governador Mauro Mendes e com o presidente nacional do partido [Antônio de Rueda], que disse claramente que, depois das eleições, provavelmente vão fechar esse arco. Nós precisamos esperar isso, ver como vai ficar, para realmente definir”, declarou em entrevista à imprensa nesta sexta-feira (31).
Ele disse que, além do MDB, recebeu convites de outros partidos, mas reiterou que, por ora, continuará no União. Recentemente, Botelho destacou que a possibilidade de federação seria benéfica para aqueles que têm mandato no estado.
O deputado ressaltou que a aliança daria ao grupo uma base forte e sólida na Assembleia Legislativa, com a possibilidade de eleger cerca de 10 candidatos nas eleições do próximo ano, além de apresentar um nome forte ao governo.
Dentro do grupo, há dois nomes de olho na cadeira de chefe do Palácio Paiaguás: o senador Jayme Campos (União) e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Os entusiastas da federação acreditam que esse tópico pode ser resolvido no diálogo, assim como aconteceu na escolha do prefeito de Cuiabá nas eleições de 2024.