O perfil da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, de Nova Maringá (a 378 km de Cuiabá), e o perfil “Alô, Meu Deus”, que seria administrado pelo padre Luciano Braga Simplício, foram desativados após as polêmicas envolvendo uma suposta relação amorosa entre o sacerdote e uma fiel, que é noiva de outro homem.
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O
perfil da paróquia tinha apenas 760 seguidores e 73 postagens, algumas delas de divulgação sobre as missas celebradas pelo padre Luciano. Logo após repercussão do caso, o perfil foi desativado.
De acordo com o
Metrópoles, o padre era o administrador de um perfil com mais de 1,7 mil seguidores no Instagram, chamado "Alô, Meu Deus". O foco era a publicação de orações diárias, pela manhã. O perfil foi desativado após o escândalo.
O caso
Circulou nas redes sociais um vídeo em que a mulher, de 21 anos, é acusada de estrar traindo seu noivo com o padre. O sogro a encontrou escondida em uma suíte, na casa paroquial, enquanto o padre acompanhava de perto, vestido apenas com uma bermuda.
O homem foi acompanhado de outras duas pessoas à casa do padre e arrombou as portas do quarto e banheiro, até encontrar a mulher. Toda a ação foi gravada e o vídeo foi compartilhado em grupos da cidade, antes de repercutir no estado e nacionalmente.
Na segunda-feira (13) a mãe da jovem registrou um boletim de ocorrências. Ela destacou que houve a divulgação indevida de imagens de sua filha. Segundo ela, o fato ocorreu por volta das 23h de domingo (12) na casa paroquial da igreja, ocasião em que a porta foi arrombada e os suspeitos iniciaram as filmagens mostrando a jovem de 21 anos e o padre. O caso foi registrado como exposição da imagem sem consentimento.
Por meio de nota a Diocese de Diamantino, responsável pela paróquia de Nova Maringá, afirmou que "está ciente da notícia que circula em alguns meios de comunicação social acerca da conduta de um de seus presbíteros, Padre Luciano Braga Simplício. Comunicamos, ainda, que, tendo em vista o bem da Igreja e do povo de Deus, todas as medidas canônicas previstas já estão sendo devidamente tomadas".