Relatório que integra as investigações da Operação Fio de Aço, deflagrada na terça-feira (4) pela Polícia Militar contra esquema de superfaturamento de cirurgias custeadas pelo Estado, apontou que, em um dos casos, o valor ficou cerca de 900% acima do preço. O procedimento em questão foi orçado em R$ 16 mil por um hospital público, mas foi cotado pelas empresas do grupo criminoso por valores acima de R$ 144 mil. Foi identificado um prejuízo inicial de R$ 388.650,00 aos cofres públicos, baseado na análise de apenas cinco processos judiciais. A investigação estima, no entanto, que o dano potencial possa ultrapassar R$ 8,2 milhões.
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