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Estudos na Piracema vão definir possibilidade de pesca esportiva no Sítio Pesqueiro do Manso

17 Nov 2025 - 18:27

Da Redação - Rafael Machado / Do Local - Jardel P. Arruda

Foto: Reprodução

Estudos na Piracema vão definir possibilidade de pesca esportiva no Sítio Pesqueiro do Manso
O governo vai realizar, ainda durante a Piracema deste ano, os estudos necessários para avaliar a possibilidade de permitir a pesca esportiva, na modalidade pesque e solte, no Sítio Pesqueiro Estadual do Manso, área de 427 km² formada pelo lago da Usina Hidrelétrica de Manso, entre Chapada dos Guimarães e Nova Brasilândia.


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A informação foi confirmada pela secretária de Estado de Meio Ambiente (Sema), Mauren Lazzaretti, que explicou que a liberação durante o período de defeso só poderá ocorrer com base em dados técnicos robustos.

A legislação sancionada em setembro pelo governador Mauro Mendes (União) prevê que, na Piracema, é permitida apenas a pesca científica e, em casos específicos, a pesca desportiva, desde que haja autorização expressa da Sema e comprovação de que a atividade não interfere na reprodução das espécies.

Porém, ainda não existem estudos que sustentem essa liberação para o lago do Manso.

“O que a lei previu é a possibilidade de estudos complementares permitirem a pesca esportiva na Piracema. Mas não existem estudos ainda que possam permitir nesse momento”, explicou.

A secretária afirmou que esses levantamentos precisam ser feitos agora para embasar decisões futuras.
“O que estamos em tratativa é que sejam realizados estudos nessa Piracema e, com base nesses dados, possamos tratar essa possibilidade para a próxima Piracema no âmbito do CEPESCA, o Conselho Estadual de Pesca”, disse.

Os trabalhos não serão conduzidos diretamente pela Sema, mas por meio de parcerias com universidades, instituições científicas e entidades especializadas, que irão levantar dados sobre reprodução, fluxo migratório, impacto ambiental e comportamento das espécies durante o defeso.

“Precisamos desses dados da Piracema. Sem eles, teremos dificuldade para subsidiar tecnicamente a mudança na próxima”, reforçou.
 
A secretária também destacou que, uma vez validado o funcionamento do modelo no lago do Manso, a experiência poderá ser aplicada em outras regiões do Estado.

“A partir do momento que você tenha essa realidade em um sítio pesqueiro, guardadas as devidas proporções das nossas bacias hidrográficas, é possível extrapolar para outros sítios”, afirmou.
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