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Barranco diz que esquerda não descarta alianças e vê Natasha e Jayme como nomes possíveis

06 Dez 2025 - 16:25

Da Redação - Rafael Machado / Do Local - Jardel P. Arruda

Foto: Secom/ALMT

Barranco diz que esquerda não descarta alianças e vê Natasha e Jayme como nomes possíveis
O ex-presidente do PT em Mato Grosso, deputado estadual Valdir Barranco, afirmou que o campo progressista não irá descartar diálogo com nenhum possível aliado para 2026, desde que haja compromisso explícito com o projeto de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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“Não descartamos ninguém. Todos que tiverem compromisso com o presidente Lula, com as regras democráticas, com o Estado de Mato Grosso e com as políticas sociais, podemos conversar”, afirmou.

Barranco destacou que a médica Natasha Slhessarenko (PSD), cotada para disputar o governo, é um nome em construção e não enfrenta resistência dentro da Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB). Ele afirmou que a indicação partiu do PSD, mas que o debate ainda está no início e depende da capacidade da pré-candidata de expandir sua visibilidade.

“É um nome sem rejeição no PT. Se ela ganhar musculatura, se tornar conhecida e se mostrar viável, por que não? Pode ser o nome. Nós ficaríamos felizes se ela conseguir estruturar uma proposta e ganhar notoriedade para disputar”, disse.

Sobre a vaga de vice na chapa, Barranco afirmou que a discussão será feita em conjunto pelos partidos envolvidos.

Outro nome citado pelo parlamentar é o do senador Jayme Campos (União), que negocia com o PSD a possibilidade de disputar o governo, movimento que pode colocar em segundo plano a pré-candidatura de Natasha. Mesmo assim, Barranco sinalizou abertura para diálogo, ressaltando a relação “fiel e franca” que Jayme mantém com o presidente Lula no Senado.

“O Jayme tem votado muitas matérias importantes. Se ele tiver um projeto para o Estado que caiba dentro da Federação e do arco que inclui o PSD, por que não? Tudo é possível, desde que seja um projeto capaz de derrotar o grupo político sustentado pelo governo Mauro Mendes”, declarou.

Barranco reforçou que as conversas sobre alianças e composição só devem avançar com mais clareza nos próximos meses, quando as articulações nacionais e estaduais começarem a desenhar cenários definitivos. Contudo, garantiu que o PT não fechará portas para aliados que estejam dispostos a fortalecer a reeleição de Lula e apresentar alternativa ao atual grupo que comanda o Palácio Paiaguás.
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