Oficialmente empossado presidente estadual do PSB, Pedro Taques tem aproveitado o início de janeiro, em ritmo lento de articulações, para fazer ligações estratégicas a lideranças da esquerda em Brasília e tentar consolidar sua pré-candidatura ao Senado. Mas há uma pedra no caminho: o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), continua sinalizando nos bastidores que não aceitará subir em um palanque em que Taques seja o nome majoritário. Pode até tolerá-lo como candidato proporcional, mas não como cabeça de chapa. O ressentimento vem de longe, desde a renúncia de Fávaro à vice-governadoria em 2018, o clima entre os dois é de mágoas mal resolvidas.
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