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Wellington defende união da direita e diz que segunda vaga ao Senado ficará com partido aliado

07 Fev 2026 - 16:16

Da Redação - Airton Marques / Do Local - Jardel P. Arruda

Foto: Olhar Direto

Wellington defende união da direita e diz que segunda vaga ao Senado ficará com partido aliado
O senador Wellington Fagundes (PL) afirmou que o Partido Liberal já definiu sua estratégia para as eleições de outubro em Mato Grosso, com ele como pré-candidato ao governo do Estado e o deputado federal José Medeiros (PL) na disputa por uma das vagas ao Senado. Segundo o parlamentar, a segunda vaga será destinada a um partido aliado, como parte de um acordo para manter a direita unida no pleito.


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À imprensa, Wellington disse que a posição do PL está alinhada com o ex-presidente Jair Bolsonaro e que a prioridade do partido é evitar divisões no campo conservador. “O PL deve lançar uma candidatura de senador, que é a pré-candidatura do deputado Medeiros. E a outra vaga nós vamos fazer na composição”, afirmou.

Sobre possíveis nomes para a segunda vaga ao Senado, Wellington avaliou o vereador por Cuiabá Rafael Ranalli (PL) como uma das opções em discussão. Segundo ele, ainda não há definição e o partido pretende concluir primeiro a composição interna antes de avançar nas conversas com aliados. Rumores nos bastidores indicam, inclusive, a possibilidade de Ranalli migrar para o Partido Novo para disputar a vaga, cenário que não foi confirmado pelo senador.

Wellington destacou que a definição da chapa passa por um projeto nacional do PL, que tem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência da República. De acordo com ele, o partido trabalha para consolidar uma única candidatura ao Senado em Mato Grosso, abrindo espaço para alianças com outras siglas da direita. “Toda a direita tem que estar junta, não pode ter divisão”, disse.

O senador também afirmou que pretende apresentar pesquisas e cenários políticos ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante visita autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcada para o dia 7 de março, no Complexo Penitenciário da Papuda. Segundo Wellington, a conversa deve incluir a composição das chapas majoritárias e proporcionais para as eleições.

Além da disputa ao governo e ao Senado, Wellington afirmou que o PL trabalha na formação de chapas competitivas para deputado federal e estadual, como parte da estratégia para fortalecer o partido no Estado e sustentar o projeto eleitoral da legenda em 2026.
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