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Quinta-feira, 05 de março de 2026

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Foco de investigação é descobrir o que motivou o assassinato do sargento, diz Roveri: 'todos buscamos uma resposta'

Foco de investigação é descobrir o que motivou o assassinato do sargento: 'todos buscamos uma resposta'

Foto: Reprodução

Foco de investigação é descobrir o que motivou o assassinato do sargento, diz Roveri: 'todos buscamos uma resposta'
Raffael Amorim de Brito, 31 anos, suspeito de assassinar o sargento da Polícia Militar Odenil Alves, foi transferido do Rio de Janeiro para Cuiabá no início da tarde deste sábado (7). A partir de agora, as investigações da polícia se concentram em apurar o que motivou o assassinato do sargento, que estava em serviço no momento do ataque.


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O secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, enfatizou a necessidade de respostas para a família e para a sociedade: “A família do subtenente Odenil, a sociedade e nós, das forças de segurança, todos buscamos uma resposta. Saber por que ele matou friamente um policial e pai de família exemplar que estava em seu posto de serviço trabalhando pela segurança da população”

A operação de recambiamento durou nove horas e envolveu equipes do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e das polícias Civil, Militar e Penal. O suspeito desembarcou no aeroporto Marechal Rondon em uma aeronave King Air 250 e foi levado sob escolta para a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar depoimento.

 A prisão de Brito ocorreu no dia 7 de janeiro, no Rio de Janeiro, com apoio da polícia local. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (Sesp), ele estava escondido em uma favela e foi abordado no momento em que saía para praticar um roubo. Além do homicídio do policial, o acusado possui uma ficha criminal extensa e responderá por outros crimes.

O secretário afirmou que o monitoramento do suspeito foi ininterrupto desde o crime. Ele destacou a política de "tolerância zero" do estado, citando que criminosos serão buscados independentemente de onde tentem se esconder.

Após ser interrogado na DHPP, Raffael de Brito passará por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). Na sequência, ele será encaminhado para a Penitenciária Central do Estado, onde ficará preso à disposição da Justiça.

 
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