Na esteira de Janja e Lula (PT), o senador Wellington Fagundes (PL) também apostou em um prato fora do padrão da maioria das mesas brasileiras para marcar a Páscoa - e, claro, transformar o momento em conteúdo político. Se o casal presidencial chamou atenção ao servir paca, carne que pode variar entre R$ 150 e R$ 300 o quilo e ainda esbarra em regras rígidas de consumo, Wellington seguiu a lógica do inusitado ao preparar coelho, cujo quilo pode chegar a cerca de R$ 69,90. A diferença está no tamanho da controvérsia. Enquanto a paca rapidamente virou alvo de críticas nas redes, tanto pelo preço quanto pelas regras de consumo, o coelho passa mais discreto - ainda que também esteja longe de ser escolha popular. “Domingo de Páscoa é dia de refletir: Cristo vive. Mas também é dia de viver o que Ele nos ensinou todos os dias, servir, amar e estar presente”, publicou o senador ao compartilhar o preparo. No fim, mais do que o cardápio, o que se repete é a estratégia: transformar a cozinha em palco. Resta saber se Wellington, que aderiu ao inusitado, também vai aderir ao discurso crítico contra o prato de Lula - ou se, desta vez, vai temperar a reação com cautela.
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