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Quarta-feira, 15 de abril de 2026

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Governo Federal convoca Energisa para renovar concessão em Mato Grosso por 30 anos

Foto: Divulgação

Governo Federal convoca Energisa para renovar concessão em Mato Grosso por 30 anos
O Ministério de Minas e Energia publicou, no Diário Oficial da União desta segunda-feira (6), o despacho que convoca a Energisa Mato Grosso e outras 13 distribuidoras para a assinatura da renovação de suas concessões por mais 30 anos - ou seja, até 2057.


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A convocação oficial permite que as empresas garantam a permanência na prestação do serviço público de distribuição de energia elétrica, seguindo as novas diretrizes estabelecidas pelo governo federal.

Além da unidade mato-grossense, o despacho do Ministério incluiu outras três concessionárias do grupo Energisa, localizadas em Mato Grosso do Sul, Sergipe e Paraíba. 

No total, 14 distribuidoras de diferentes grupos econômicos foram chamadas para assinar os novos contratos, incluindo empresas como CPFL, Equatorial, Neoenergia, EDP São Paulo e Light.

Com a assinatura do novo contrato, a Energisa Mato Grosso assume o compromisso de manter os investimentos em infraestrutura e atendimento no estado até meados de 2056. 

A renovação está condicionada ao cumprimento de metas de qualidade e eficiência, visando assegurar a estabilidade do fornecimento de energia para residências, comércios e o setor produtivo mato-grossense.

Antes da renovação, deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) discutiram diretrizes para o novo contrato.

Durante uma das reuniões, o deputado Wilson Santos (PSD) entregou documento assinado pelos 24 deputados estaduais, contendo essas diretrizes e exigências para o futuro contrato de concessão. 

O texto abordava, entre outros pontos, a obrigatoriedade de um plano de investimentos, com previsão de R$ 10 bilhões nos cinco primeiros anos, ampliação do atendimento presencial, regionalização dos indicadores de qualidade, criação de comitês de acompanhamento, autonomia do Conselho dos Consumidores, monitoramento permanente da rede e restrições à atuação da concessionária no mercado de energia solar para evitar concorrência desleal.
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