Olhar Direto

Sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Opinião

Grandes Corações x empresários

Autor: Graci Ourives de Miranda

25 Jul 2017 - 15:38

Este Artigo é para demostrar o quanto é relevante o trabalho voluntário do cidadão. E, tem o objetivo de chamar a atenção do leitor, que, todos deveremos ser responsáveis para transformar a sociedade através do voluntário filantrópico.
A pesquisa é fruto de entrevista da autora in loco com autoridades, solicitações de dados, imagens, observações de posturas de profissionais que atuam diversificadas áreas. E, uma das ações diferenciadas foi de um grande médico Augusto, (ocultando o sobrenome), é preferível chamá-lo de: ‘Doutor Augusto: profissional’.  Em se tratando de humanismo e ética, o médico Augusto, ao consultar uma paciente, em uma unidade pública de saúde, disse-lhe: “comparecer ao meu consultório”.
A paciente do voluntário sobrevive do seu trabalho diário como costureira.  A paciente “R” é mais uma vítima do descaso do poder central e local. Contudo, o médico Augusto, um profissional de Coração Grande, não a deixou à deriva, agiu como voluntário. E, ainda Foram feitas visitas em outras instituições como: Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso-CRM-MT, e Tribunal Regional Eleitoral, TRE-MT, tendo como presidente, Dr. Márcio Vidal, desembargador e docente da Universidade Federal de Mato Grosso-UFMT.
 
O jurista Vidal é conhecedor das estruturas do Estado, sempre tem postura de um jurista ávido para fomentar cultura e ética. E, em menos de 8 horas foram fornecidos os dados-TRE.  O desembargador Vidal, sempre seguindo palmilhadas familiares (do pai) para o bem-estar da sociedade, junto ao judiciário, e, como educador, sempre falando e participando de projetos para evolução profissional da juventude. 
 
O desembargador Márcio Vidal, tal qual seu pai o desembargador José Vidal, dispensa ‘grandes eventos’ preferindo a ciência, atua no poder judiciário, com postura independente. O jurista José Vidal, nos círculos acadêmicos da UFMT, transmitia com seu cabedal de conhecimentos científicos e empíricos, saberes para as gerações, incentivando os jovens às reflexões, para conhecimentos de seus direitos e deveres. O educador/jurista desenvolveu exímio trabalho, junto ao corpo discente e docente da UFMT, valorizando cotidianamente a importância da formação humanística, Social e Ética na pratica jurídica. E, deixou-nos respeitável legado junto à sociedade.
Na oportunidade integra o trabalho voluntário a pediatra neonatologista Dra. Maria de Fátima de Carvalho Ferreira, que é professora e pediatria do Hospital Júlio Müller- HUJM-Universidade Federal de Mato Grosso- UFMT-MT, e exerce o cargo de presidente do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT).
O semblante da doutora Ferreira irradiava e irradia quando se refere a ações para o bem-estar da população. Então vamos labutar por um mundo mais igualitário. A educadora traz à lume a sensatez, equilíbrio intelectualidade e modéstia, com sua visão de ações para o mundo humanístico. É visível que nada a detém, quando se trata de salvar vidas, ora zelando e ora protegendo o cidadão, e com manifesta postura firme. Tanto os pacientes quanto os discentes retornam dotados de esperanças após o atendimento com estes doutores. Isso é Amor à população.
 
 Pontuou Dra. Ferreira: “Essa atividade, digamos do médico, atividade altruísta do médico, às vezes de atendimentos, é feitos fora da carga horária, feitos fora da obrigação, é digamos, de contrato, feita fora de pagamento, ela é muito mais frequente do que ela é conhecida e reconhecida, porque ela com certeza acontecem e aconteceram em algum momento na vida de todos os médicos, que estão realmente comprometidos com a profissão, por que dentro desse nosso dia a dia acaba sempre surgindo essa situação, em que sensibilizados pela condição de paciente, sensibilizados pela condição familiar, sensibilizados pela falta de condições de estrutura, de atendimento, num determinado momento, num determinado lugar, num determinado momento, a gente acaba digamos dando aquele jeitinho para fazer aquele atendimento, fora da esfera da remuneração, do recebimento de hora extra, é, e em condições anônimas, e, em com dições altruístas.”
Os profissionais da área da saúde estão desenvolvendo o trabalho humanístico. Então, por favor, Doutora Fátima, convide os empresários e sociedade, para efetivarem as mesmas iniciativas transformadoras, pois somente assim: reestruturar a sociedade! E, sabiamente adotar um cidadão.
            Dra. Fátima diz “Eu acho que existem várias ações, várias precisando realmente da contribuição de empresários para dar mais suporte ao atendimento ao atendimento, mais humanizado, nós vemos ações, é digamos um chamamento feito pelo hospital do Cancer para contribuições, principalmente em relação às crianças. Existe no momento ações do próprio hospital Júlio Müller da área de pediatria pedindo apoio.”
A área de pediatria do HUJM faz um trabalho belíssimo.
Ao referir-se ao HUJM, Dra. Fátima “Faz um trabalho belíssimo, um trabalho humano muito centrado nas pessoas que têm todo esse carinho no atendimento às crianças, quer dizer não é só a capacitação técnica, mais o carinho, o amor pelo que essas pessoas fazem. Então é muito importante esse auxilio de empresários, principalmente dos empresários Mato-grossenses, no sentido também de humanizar o ambiente de atendimento, porque a gente consegue humanizar o ambiente mais e mais na questão das pessoas. Nessa esfera de acolhimento. Mas, se o ambiente for- melhor estruturado, se o ambiente favorecer esse acolhimento, isso é muito bom, isso depende de recursos financeiros. Então a gente pode, e acho que deve receber a contribuição desses empresários que se envolvam nessa esfera de maior acolhimento e maior fraternidade”.
Então deverão existir mais e mais doutores: Augusto, Fátima e Vidal?
 “Acho que eles existem, o que não existem é um reconhecimento disso, porque isso é feito de forma muito anônima.”
Refletindo sobre a importância do convite para o empresariado e sua participação no processo de resgate ao cidadão para uma vida mais digna, diz a doutora Fátima! “(...) Esse apelo é importante, e acho que o apelo do empresariado que a faz a  opção por investir nesse caminho da humanização, nessa linha de humanização de melhor o ambiente de melhorar esse acolhimento, Ele não vai fazer isso de forma anônima, ele vai fazer de forma pública, isso é bom, e isso é bom, não  no sentido de valorização pessoal, mas no sentido do exemplo que isso passa. Então, isso é importante para mostrar como às vezes o empresário não está preocupado somente com a parte do financeiro, do lucro do ganho, mais também preocupado com a parte da humanização.”
O convite para o voluntariado poderá ser refletido e praticado a partir dos números: “quantidade de eleitores cujos nomes são iniciados com as letras ‘A’’A’, ‘F’ e ‘V’’’: letra “A” 263.791, letra “F” -73.987, letra “V” 85.476.” Tereza Figueiredo, 2017, Diretoria Geral deste é TRE-MT. Que exista ação de voluntariados de: A Z, tudo por mais justiça social.
Os números extraídos no CRM-MT, segundo a servidora Savia Cristina de Carvalho, “médicos inscritos com a grafia do nome iniciado pela vogal “A”: 663” e com “consoante ‘V’ 182.” Esperamos que, Os ‘Grandes Corações’ já voluntários anônimos, façam ECO e incentivem para o trabalho humanitário.  Há de se notar que o Estado ignorou quase tudo. Comprova-se no discurso do senhor Thiego Maia de Menezes, 21/07/2017, “Sou acadêmico do sexto ano de medicina, morador do bairro Alvorada em Cuiabá-MT, região em que se localiza o Hospital Universitário Júlio Müller- HUJM-prédio antigo com obras inacabadas, onde funciona o hospital referência para inúmeras comorbidades que acometem a população cuiabana e mato-grossense.”
 
O   dr. Evandro Soares, vice-reitor da UFMT, em se tratando de obras inacabadas em 19/01/2017, pontuou: “Não cabe mais em Mato Grosso esqueletos de construção”. Empresários entrem no circulo para contribuir com a sociedade. Então, do total A e V, são: 845, podemos refletir às carências e colocar em prática ações voluntárias, tanto das letras vogais quanto consoantes. 
Nós podemos construir uma sociedade mais igualitária iniciando pelas políticas públicas. Sendo a prioridade das prioridades o ponto de vista social. A partir da evolução matemática, apontada pelo TRE-MT e CRM-MT para, distribuição de força de trabalho como voluntários. Conforme os dados fornecidos do TRE e CRM , priorizou-se as letras “A” Augusto, “F” Fátima e “V” , Vidal, tendo em vista que estes exerceram e ainda exercem excelentes trabalhos voluntários em seus cotidianos sem alarde.
Já que o poder judiciário trabalha exaustivamente para fazer o garimpo dos gestores e destravar o cipoal de corrupção de ‘enrustidos’ que utilizaram indumentárias, discursos às chancelas para lesar o Estado Brasileiro.    Enquanto isto vamos ser: Fátima (s), Augusto (s) e muitos Vidal do bem.
Maravilhosamente, uns se doam como voluntários para sociedade. Contudo, lamentavelmente, alguns políticos folgados demais, roubaram e alteram o cenário com suas falcatruas. E, os folgados, estão no mundo dos que prestam contas das mordomias ilícitas adquiridas à custa do povo simples, ético e trabalhador. Cruelmente, na atual conjuntura, alguns cidadãos regaçam a manga da camisa para trabalhar e não tem emprego. Alguns políticos tentaram destruir o Estado gigante de MT. Mas, os grandes juristas e a sociedade trabalhadora, estão a postos ‘sim comandante!’ ex: Juiza: Selma Arruda  e  seus pares no quesito: destruir o nó e cipoal do ilícito. A imagem revela o quanto de finanças alguns políticos extraíram da população carente, esta sala de enfermagem do HUJM-2017.
 
 Será que, alguns políticos que ganharam eleição visitam os pacientes?  E os trabalhados dos ambientes da saúde, sem conforto ambiental e muitas vezes sem material para servir o cidadão. São lembrados pelos políticos? Será Que?  Compareceram nos hospitais para agradecer os heróis médicos e voluntários de outras profissões, estes que não recebem: verba indenizatória, de 65.000,00, conforme Decreto Legislativo, número 42, datado de 16.04.2015, e no Diário Oficial 17.04.2015. Os médicos, educadores, policiais e diversas profissões, nem de longe recebem polpudos salários de: 25.300,00.  A remuneração é uma afronta para a sociedade brasileira, está que trabalha de segunda à sexta. Não podemos esquecer que os políticos fazem ‘Decretos Legislativos’ tal como aumento de salário, e os médicos salvam vidas. E os empresários, geram excelentes postos de trabalhos, ainda mais necessitam trabalhar exaustivamente para romper às burocracias. Não vamos recordar da minoria dos empresários que extorquiram o país. Existem muitos empresários que são: verde oliva e amarelo, e dizem: Oh! Pátria Amada, e AMAM o BRASIL. De um lado total conforto para os políticos de outro lado o trabalho médico tem sido exercido em situações de penúria. Mas mesmo assim, estes cumprem a Constituição. Enquanto alguns políticos alteram o cenário brasileiro, não respeitam nem o povo brasileiro e nem às leis. Então ficamos com as Letras que cumprem as Leis.

Tecendo comentário sobre: ação voluntária e silenciosa dos médicos, Dra. Fátima, enfatiza: “Acho que a maior parte é assim mesmo.” Este discurso foi comprovado cotidianamente nas ações dos doutores: Augusto, Fátima, Vidal, e Marchetto. Os doutores estão atuantes, cumprindo a Constituição. Muitos voluntários anônimos: parabéns! É importante o Estado praticar relevantes ações, que satisfaçam as necessidades do cidadão. E, jamais abandonar o eleitor doente tanto de crack quanto de outros males. Atualmente, o exemplo cristalino e gritante é: o Morro da Luz, aos olhos e na barba dos poderes, e, de toda sociedade.  E relevante lembrar aos gestores do Estado que: “A saúde é direito de todos e dever do Estado (...)” Art.196. No Capítulo II dos Direitos Sociais no Artigo 6º “São Direitos sociais a educação. A saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, (...) a assistência aos desamparados.” Constituição Federal, 1988.  Deve-se questionar, e repensar o motivo, e por quê?  O descaso das políticas públicas, os partidos estão sempre sendo discutidos, ajustes, porém, enquanto hospitais e bem-estar ficam no esquecimento? Isto é lamentável em um Estado dotado de possibilidades econômicas perante o mundo, basta verificar o ápice do Agronegócio.
O Estado necessita buscar alternativas junto a outras categorias que estão fazendo bem sua parte, e até estão excedendo em horas de trabalho, basta verificar os voluntários anônimos dos A, F, V e ainda às outras letras, tais como a letra: M, doutora Marchetto, (2017) pós-doutorado em engenharia, após o horário de expediente exerce atividades de voluntária. É o processo de trabalho voluntário tão bem descrito de bem descrito pela Dra. Fátima, “(...) não existem, é um reconhecimento disso, (...)”. Fazendo uma analogia entre as profissionais observa-se que enquanto a doutora Fátima trabalha na saúde curativa a sanitarista pós-doutorado Marchetto desenvolve pesquisa na área da saúde preventiva, como é o exemplo do trabalho “Tecnologias Sociais Sustentáveis de Acesso a Água de Chuva, Saneamento Rural e Educação Ambiental no Alto Pantanal” publicado em Julho/2017:181-184, In: “Escassez Hídrico e Restauração Ecológica no Pantanal”, levando tecnologias para fornecer água de qualidade aos cidadãos do campo, menos favorecidos, residentes em projetos de assentamento rurais em MT.
Sentimos orgulhosos quantos aos olhares dos voluntários, o doutor Augusto na área médica e Doutor Vidal no Judiciário.  Atualmente a sociedade está reconhecendo e minimizando o preconceito. Eles e Elas em cargos relevantes.  Quanto à intelectualidade e profissionalismo, independentes de gênero, estão em pé de igualdade intelectual, isto para minimizar a discrepâncias existentes na sociedade e, são profissionais envolvidos com a ética, humanismo e sociedade.
 
Celeridade!  Cada cidadão aguarda: AÇÃO do Estado.

*Graci Ourives de Miranda. Escritora/voluntária.
 
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