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Sexta-feira, 17 de maio de 2024

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Soninha aguarda decisão do TSE para definir seu futuro

Com as reduzidas possibilidades de disputar uma vaga ao Senado, a ex-vereadora paulistana Soninha Francini (PPS), deverá trabalhar como cabo eleitoral do candidatos tucanos à presidência da República e ao governo paulista José Serra e Geraldo Alckmin. Além disso, ela deverá fazer parte dos palanques do PPS e dos partidos coligados em outros estados.


A situação de Soninha depende de decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O entendimento atual é de que não sejam admitidas coligações diferentes ao Senado e ao governo estadual. No caso de Soninha, o PPS aderiu à coligação do PSDB, que lançou Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) e Orestes Quércia (PMDB) ao Senado. A situação deverá ser analisada até o começo de julho, quando serão homologadas as candidaturas.

"É impossível a gente se dedicar no papel de cabo eleitoral como se estivéssemos nos dedicando a uma candidatura própria, mas ainda vou aguardar a decisão do TSE. Se não for candidata ao Senado, vou ter mais liberdade para me movimentar pelo País", disse.

Eleita vereadora pelo PT em 2004, Soninha diz que costuma ser cobrada pelo apoio que tem dado a José Serra (PSDB) na disputa do governo federal. "É compreensível que isso aconteça. Eu admiro o seu trabalho desde que assumiu a prefeitura de São Paulo. O PSDB é até mais próximo do PT e vice-versa do que muitos dos partidos aliados de ambos os lados", afirmou.

Soninha afirmou ainda que o seu sonho político é ser prefeita de São Paulo. "É sem dúvida o cargo que mais me atrai. Sou apaixonada por questões de políticas urbanas e pelo peso das cidades no mundo."
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