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Segunda-feira, 29 de maio de 2017

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Cuiabá contraria procurador-geral da Bolívia e nega ter usado voo da LaMia

Da Redação - Jardel P. Arruda

10 Dez 2016 - 09:36

Foto: Reprodução

Cuiabá contraria procurador-geral da Bolívia e nega ter usado voo da LaMia
O procurador-geral da Bolívia, Ramiro José Guerrero, afirmou que o Cuiabá Esporte Clube utilizou os serviços de transportes aéreos da Línea Aérea Merideña Internacional de Aviación (LaMia) durante a Copa Sul Americano. Entretanto, o clube, por meio de nota oficial, negou ter contratado a empresa dona do avião que caiu e 29 de novembro e causou a morte de 71 pessoas, entre o time da Chapecoense, jornalistas e tripulantes.

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“Boa noite torcedores e seguidores. Informamos que o Cuiabá Esporte Clube não utilizou como transporte aéreo a empresa Línea Aérea Merideña Internacional de Aviación (LaMia) e nem obtivemos contato para cotação de viagem na Copa Sul-americana 2016, ao contrário do que foi publicado em alguns veículos de comunicação”, diz trecho da nota, publicada na pagina oficial do Cuiabá no Facebook.

O clube disputou apenas a fase nacional do campeonato, na qual jogou contra o Chapecoense (SC), em agosto, e acabou eliminado. Na ocasião, usou a companhia Azul Linhas Aéreas para ir de Cuiabá a Chapecó. De lá, o time seguiu diretamente para Natal (RN), para o duelo contra o América (RN), pela Série C do Campeonato Brasileiro.

Conforme informações do procurador-geral da Bolívia, que falou com o Portal UOL, Soport, Flamengo, Figueirense e Vitória também teria usado o serviços da LaMia, o qual era até U$ 100 mil mais barato em comparação às concorrentes. Contudo, o Flamengo já negou a informação, assim como o Cuiabá.  

O chefe do Ministério Público da Bolívia é um dos responsáveis pela investigação conjunta de Brasil, Colômbia e Bolívia. O diretor-geral da LaMia, Gustavo Vargas Gamboa, foi detido e enfrenta acusações por supostos crimes de homicídio culposo, lesões gravíssimas, prevaricação, abuso de influência e desastre em meios de transporte.

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