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Segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

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Inquérito sobre morte de tenente Scheifer é concluído; cabo, soldado e sargento seguem afastados

Da Redação - Vinicius Mendes

13 Ago 2017 - 09:10

Foto: Reprodução

Inquérito sobre morte de tenente  Scheifer é concluído; cabo, soldado e sargento seguem afastados
O corregedor-geral da Polícia Militar, coronel Carlos Eduardo Pinheiro da Silva, afirmou que o inquérito policial militar, que investigou a morte do tenente Carlos Henrique Scheifer no último dia 13 de maio, já foi concluído. Ele não informou qual foi a conclusão do inquérito, mas disse que está sendo feita uma análise do parecer, e só então ele deve decidir se concorda ou não com o que foi apontado.

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Segundo o coronel Pinheiro, o inquérito apontou vários delitos cometidos por um sargento, um cabo e um soldado envolvidos no caso, que ainda permanecem afastados. De acordo com o coronel, eles podem responder pelos crimes de homicídio, falsidade ideológica, entre outros delitos. “O inquérito apontou vários delitos, mas eu prefiro ainda não me posicionar sobre isto porque ainda está sendo feita a análise”, disse o coronel.

O tenente Scheifer teria sido baleado pela arma de um dos policiais. A revelação de que o tenente foi morto por ‘fogo amigo’ aconteceu na noite do dia 06 de junho, após laudo de exame de balística que foi anexado ao Inquérito Policial Militar instaurado para apurar o caso. Todos os policiais envolvidos pertencem ao Batalhão de Operações Especiais (Bope).

O inquérito chegou ao gabinete da Corregedoria da Polícia Militar no final da semana passada e o coronel Pinheiro disse que só vai se posicionar após a conclusão da análise.

“O inquérito chegou aqui na sexta-feira, e está sendo analisado aqui pelo gabinete. Então eu vou esperar o parecer desta análise para decidir se concordo ou não com o que foi apontado no inquérito”, afirmou.

O caso

O tenente Scheifer foi alvejado no abdome enquanto participava da operação de buscas pelos criminosos no Distrito de União do Norte, próximo a Peixoto do Azevedo (695 km de Cuiabá). A vítima havia integrado o batalhão há pouco tempo, depois de deixar o Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

Antes da morte do policial, os militares da região e do Bope haviam capturado quatro homens suspeitos de integrarem a mesma quadrilha. Essas prisões levaram à apreensão de armas, entre as quais dois fuzis 556, e munições. Os quatro presos são suspeitos de terem trocado tiros com uma guarnição da PM na manhã de sexta-feira (12), no distrito União do Norte, no município de Peixoto de Azevedo.

4 comentários

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  • Marcos
    15 Ago 2017 às 09:25

    E naqueles dias todo mundo acusavam e mandavam matar quem fosse encontrado. Muitos morreram, foram ASSASSINADOS, E APÓS VIR A TONA TUDO ISSO. SE PERGUNTA E AGORA? CADE OS ACUSADORES? ONDE ESTÃO AS PESSOAS QUE DIZIAM TEM QUE MATAR? ANTES DE FAZER ESSES PRÉ-CONCEITO DAS COISAS SABER O QUE HOUVE.

  • Ilse
    14 Ago 2017 às 10:51

    E como são soldados cabos e sargentos os suspeitos, certamente o tratamento é diferenciado. Vide o caso do falecido soldado BM Rodrigo Claro, onde a principal suspeita pela sua morte, uma oficial, se safa através de licenças e mais licenças médicas.

  • Freud
    14 Ago 2017 às 10:11

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  • Gabriela
    14 Ago 2017 às 09:00

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