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Quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

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Aeronave funcionou como abrigo para tripulantes durante quatro dias na mata, diz piloto da FAB

Da Redação - Fabiana Mendes

06 Dez 2018 - 07:56

Foto: Reprodução

Aeronave funcionou como abrigo para tripulantes durante quatro dias na mata, diz piloto da FAB
O capitão aviador Tiago Taffarel, da Força Aérea Brasileira (FAB), que participou das buscas ao piloto Marcelo Balestrin e ao co-piloto John Cleiton Venera, que ficaram desaparecidos por quatro dias em região de mata próximo de Cáceres (218 quilômetros de Cuiabá), explicou ao Olhar Direto que a aeronave funcionou como um abrigo para eles, que estavam bastante feridos.

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Segundo ele, a FAB foi acionada na última sexta-feira (30), quando a aeronave Cessna Aircraft (PT-ICN) perdeu sinal. Na madrugada do dia primeiro, as buscas tiveram início, no entanto, as condições climáticas não eram favoráveis ao helicóptero de resgate e foi preciso que as equipes retornassem para Cuiabá.
 
“Procuramos fazer buscas em algumas áreas que a região permitiu”, detalhou o militar que atua há 20 anos na FAB. “Durante a noite fizemos buscas com radar, mas não conseguimos encontrar nada neste dia”, acrescentou.
 
Mesmo com o mau tempo, duas aeronaves, sendo uma modelo CS-105 e outra H-60 Black Hawk, e 27 militares se empenharam durante o dia e noite para tentar localizar os rapazes.
 
Já em condições meteorológicas melhores, na segunda-feira (3), a FAB retomou às buscas, focando no último ponto onde a aeronave emitiu sinal até o destino, a cidade de Santo Antônio de Leverger.
 
Com quase 50 horas intermitentes de voo, os militares conseguiram localizar a aeronave e os dois ocupantes ainda com vida, no final da tarde de terça-feira (3). O capitão aviador descreveu que, apesar de machucados, eles estavam lúcidos e orientados.
 
“A aeronave protegeu os pilotos mesmo eles estando feridos. Acabou virando um abrigo para eles”, disse.
 
Taffarel também destacou o trabalho das equipes que atuaram na missão e demonstrou satisfação em trazer para casa Marcelo e John com vida.
 
“O pessoal se empenhou bastante. Mantemos firmes para encontrá-los. Vimos que as pessoas eram bastante queridas. Alegria de trazer esse pessoal para casa neste final de ano. O acidente aeronáutico é muito complicado. Nosso corpo humano não suporta esse impacto. Mas eles tiveram muita sorte. Essa alegria de trazer pessoas com vida depois de quatro dias não tem descrição”, finalizou.

5 comentários

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  • Vivaldo marcorio
    06 Dez 2018 às 15:42

    Caiu mal tempo beber urina

  • Vivaldo marcorio
    06 Dez 2018 às 15:41

    Olhar beber urina com chuva dessa,avião caiu por causa do excesso de chuvas.cuiaba fica dentro de serras e morros altitude de 190 metros de altitude eles pelo que parece tentou furar camada e deu de cara com a mata.

  • Cuiabano RO
    06 Dez 2018 às 11:31

    Vote xai esse omi, pareci trombada di tombera, tá extrissado vai pesca....

  • Francis
    06 Dez 2018 às 09:48

    Comentário idiota, o seu Zico

  • Zico
    06 Dez 2018 às 08:28

    Lógico que tinham que ficar na aeronave ou queria que eles ficassem debaixo de um pé de pequi.

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