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Sábado, 14 de dezembro de 2019

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Homem mata e enterra namorada e ex-esposa em quintal de casa em Cuiabá; fotos e videos

Da Redação - Fabiana Mendes/Da Reportagem Local - Wesley Santiago

13 Mai 2019 - 14:01

Foto: Rogério Florentino Pereira/OD

Homem mata e enterra namorada e ex-esposa em quintal de casa em Cuiabá;   fotos e videos
Policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a Perícia Técnica (Politec) realizam na tarde desta segunda-feira (13) as buscas aos corpos de Talissa Oliveira Ormond,de 22 anos, e Benildes Batista de Almeida, de 39 anos, ambas desaparecidas desde o ano de 2013. Elas foram mortas e enterradas no quintal de uma casa no bairro Nova Conquista, em Cuiabá. O suspeito do duplo homicídio foi identificado como Adilson Pinto Da Fonseca, de 48 anos, que mantinha relacionamento com as duas vítimas. Ele já está preso em flagrante por ocultação de cadáver.

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O delegado que apura os casos, Fausto José de Freitas, contou ao Olhar Direto que as duas mulheres mantinham um relacionamento com o mesmo homem, que trabalhava como técnico de manutenção de ar-condicionado. A ação conta com auxílio de um cão farejador do Corpo de Bombeiros, Águas Cuiabá e um professor de Geologia da Universidade Federal de Mato Grosso. Fausto  explicou como chegou a localização dos corpos. 

“Algumas informações, contradições do suspeito, testemunhas levaram a gente a acreditar que o corpo poderia estar escondido ou até mesmo enterrado no perímetro desta casa. Houve uma testemunha que relatou na época do desaparecimento da primeira, que presenciou uma briga dele com uma menina, com as mesmas características da desaparecida e que ela estava tentando sair da casa, mas ele a arrastou e houve um silêncio, não se ouviu mais nada”.



 
Com um mandado de busca e apreensão a ser cumprido na residência, um corpo foi localizado. Logo depois, o homem confessou onde teria enterrado o segundo. Ainda segundo o delegado, a casa teria sido construída com dinheiro de Benildes, que trabalhava na Europa, e era casada com Adilson.  



Os desaparecimentos
 
A vítima Talissa teve o desaparecimento comunicado em 8 julho de 2013, cerca de quatro dias depois de sumir. A mãe da moça contou que ela tinha saído para trabalhar em uma empresa de telefonia e não mais deu notícias.
Talissa de Oliveira Ormond, 22 anos.
Na empresa, a chefe da vítima informou à mãe que naquele dia ela tinha trabalhado o dia todo e quando saiu havia um rapaz moreno em uma motocicleta a espera dela. Mas ninguém a viu sair com ele. No dia seguinte, a vítima teria ligado na empresa pedindo socorro. Depois não deu mais notícias.


A segunda vítima, Benildes, desapareceu em 17 de dezembro de 2013. Ela morava na cidade de Asturia, na Espanha, e tinha voltado ao Brasil, onde passou cinco meses com a família. A filha dela entrou em contato com a Polícia Federal, que não identificou que ela havia saído do Brasil. Ela era ex-mulher do suspeito.
 

8 comentários

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  • ValSantos79
    14 Mai 2019 às 14:22

    CSI EM CUIABÁ , CAVANDO COM UMA ESCAVADORA .

  • Mulher ma
    14 Mai 2019 às 09:49

    6 anos pra encontrar?! So agora?! Por isso o crime compensa Do que adianta prender se o cadaver ja virou osso? E vao liberta ele daqui uns dias?! Nao me assusta mais esse tipo de coisa. O cara ate debocha da policia revirar o local pra encontrar os resto. Isso que da tendo leis fracas. Os direitos humanos esta ao lado da mae das falecidas numa hora dessas?! Nao

  • Elaine Da Penha
    13 Mai 2019 às 23:45

    Ela me avisou que estava com medo dele matar ela

  • Leonardo
    13 Mai 2019 às 20:56

    Melhor jornalista!

  • The righteous
    13 Mai 2019 às 17:34

    Esse criminoso é um psicopata. Cadeia e ressocialização não vai resolver. A única solução é pena de morte. Essa é a oportunidade para um bom quebrador de milho.

  • Bird
    13 Mai 2019 às 16:08

    O mal está dominando a humanidade alguns com mais força outros com menos força por isso orais vos pelo o que ainda estás por vir meu povo

  • Fim do mundo
    13 Mai 2019 às 15:16

    Cara era possesso mesmo, e covarde.

  • joaoderondonopolis
    13 Mai 2019 às 14:53

    Aqui acontece de tudo, são copos em parede, corpos enterrados em quintais, corpos jogado nágua e assim vai. O que faltam são os deputados preocuparem com o que vem acontecendo no país e fazerem leis mais severas. Não estão nem aí. Nosso código penal é de 1.940, portanto , com 80 anos, é de fazer vergonha. A violência chegou aos extremos.

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