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Terça-feira, 10 de dezembro de 2019

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Impedidos de dar aula, professores registram boletim de ocorrência

Da Redação - Thaís Fávaro

29 Mai 2019 - 15:20

Foto: Reprodução

Impedidos de dar aula, professores registram boletim de ocorrência
Professores da Escola Estadual Marcelina de Campos, no bairro Jardim Santa Amália, em Cuiabá, procuraram a Polícia Civil na manhã de segunda-feira (27) para denunciar que foram impedidos de entrar na unidade para ministrar as aulas por causa da greve. Os profissionais alegam que optaram por não aderir ao movimento. Alguns alunos também foram impedidos de entrar na unidade. 

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Conforme o boletim de ocorrência, a professora Rejane Orlando Andrade chegou na escola pela manhã e foi surpreendida ao encontrar os portões fechados. Segundo ela o fechamento dos portões foi a pedido da diretora da escola.

Um outro professor também registrou a ocorrência após chegar para dar aula e encontrar o portão da escola fechado, sem possibilidade de entrar. O profissional, que leciona matemática, optou por não aderir à greve, mas mesmo assim foi impossibilitado de dar aula tanto no período matutino quanto vespertino.

Tanto os professores quanto os alunos ficaram em frente à escola tentando negociar a entrada, mas não obtiveram sucesso.
 
Greve na rede estadual de educação

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) decidiu em Assembleia Geral realizada na tarde do último dia 20 de maio, paralisar as atividades por tempo indeterminado a partir do dia 27. Cerca de dois mil profissionais participaram da reunião e decidiram aderir a greve.

Os dirigentes realizaram um ato em frente à Secretaria de Educação do Estado (Seduc) na tarde do dia 27 em reivindicação a falta de acordo por parte do governo, que cogita a possibilidade de corta o ponto dos profissionais que não retomarem as atividades.

De acordo com o sindicato, a greve continuará por tempo indeterminado até que haja um acordo entre os profissionais e o governo do Estado. Cerca de 392 mil alunos estão sem aula.

19 comentários

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  • júlio cesar
    01 Jun 2019 às 09:58

    Quem quer greve, ainda q seja orquestrada pelo partido q menos fez pelos professores, haja vista este partido de corruPTos terem ficado quase 20 anos no poder e a merda da situação atual é consequência de sua péssima administração nestes anos, que faça, mas respeite quem ñ que fazer papel de idiota, que é ser manipulado por eate partido corruPTo q mordeu a classe durante anos e hj quer assopra e se aprevetar da situação por eles mesmo criado.

  • Linario José Leal
    31 Mai 2019 às 20:49

    É hora de prender todos estes políticos petistas infiltrados fabricando greve !

  • Leitora atenta
    30 Mai 2019 às 09:04

    Não sou favoravel à greve por qualquer motivo. Entendo que, primeiro, devem ser utilizados todos os canais de diálogos. Ocorre que, infelizmente, a classe de professores é a menos valorizada nos últimos anos! Não há interesse dos governos de que os estudantes tenham raciocínio crítico e melhoria do aprendizado. Professor que ganha mal, vive mal , cheio de dívidas e isso reflete no ensino. Ninguém é obrigado a participar das manifestações, mas deve respeitar a decisão da maioria. Bom seria se esse grupo abrisse não de eventual aumento.

  • Professora
    30 Mai 2019 às 09:03

    Essa delegada ainda tem coragem de ir na delegacia. Devia ter vergonha de trair a sua categoria! Falta consciência profissional! Luta por direitos! Não é balbúrdia!

  • Juca
    30 Mai 2019 às 08:08

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  • Pelo certo
    30 Mai 2019 às 08:00

    Se tem professor querendo dar exemplo são impedidos de trabalhar. Tem que demitir esses petistas grevistas.

  • AVANÇA LOGO MT
    30 Mai 2019 às 07:45

    AS PROFESSORAS DO DOM BOSCO .V GRANDE PEDI TAREFAS DISSERAM QUE NÃO SÃO OBRIGADAS DAR TAREFAS , É MUITO FRACO DEMAIS O ENSINO TEM QUE ESTABELECER METAS

  • Ana Cláudia
    30 Mai 2019 às 02:53

    Prezada Thais Fávero, com um sistema educacional em frangalhos e com o governador ameaçando cortar ponto por causa da greve, é razoável que alguns professores decidam não aderir. Porém, talvez seja importante a senhora rever seus conceitos de jornalismo e repensar o que é a notícia quando a educação pública está em jogo. Caso a senhora ganhe muito bem como jornalista, não precisa fazer greve e pode colocar seus filhos para estudar numa escola particular, pense nas muitas mães que não podem e precisam de um rede estadual forte, com estrutura, boas salas, ar condicionado, equipamentos e, claro, professores qualificados e com salários que permitam a eles no mínimo pagar as contas em dia.

  • Qualidade
    29 Mai 2019 às 22:15

    Greve em busca de mordomias e portarias choram de barriga cheia, todos tem casas e carros, eles são assim em busca de melhorias para educação, mentira, usam isso de desculpa. Prejudicam os alunos os inocentes cadeia neles

  • Qualidade
    29 Mai 2019 às 22:15

    Greve em busca de mordomias e portarias choram de barriga cheia, todos tem casas e carros, eles são assim em busca de melhorias para educação, mentira, usam isso de desculpa. Prejudicam os alunos os inocentes cadeia neles

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