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Quinta-feira, 18 de abril de 2024

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HOMEM DE CONFIANÇA

Centroavante do 'Amigos W.T.' é um dos alvos de operação para desmontar esquema de lavagem de dinheiro

Centroavante do 'Amigos W.T.' é um dos alvos de operação para desmontar esquema de lavagem de dinheiro
Alex Júnior Santos de Alencar – conhecido como Soldado – é um dos alvos da Operação Apito Final, deflagrada nesta terça-feira (2) pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) contra um esquema de lavagem de capitais criado por integrantes de uma organização criminosa. O investigado é centroavante do time “Amigos WT”, uma das agremiações mais conhecidas do futebol amador cuiabano.


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 O mandado de prisão contra Soldado foi cumprido na sexta-feira (29), em Maceió (AL), durante um torneio de futebol. Além dele, foram presos: Paulo Witer Farias Paelo - o W.T. - líder do grupo criminoso e proprietário do Amigos WT, Andrew Nickolas Marques dos Santos e Tayrone Junior Fernandes de Souza.
 
De acordo com o delegado Rafael Scatolon, Soldado é homem de confiança de W.T. Alex Júnior é o centroavante e tem posição de destaque no time cuiabano.
 
“O centroavante, camisa 9 de nome Alex, vulgo soldado, estava lá no torneio e foi preso. Ele é considerado um homem de confiança do alvo principal. Ele é o único jogador envolvimento na ação policial”, disse o delegado.
 
Soldado, assim como os três presos em Maceió, está recluso no Presídio de Segurança Máxima no Nordeste do país. A Polícia Civil já representou para que eles sejam transferidos a Cuiabá e aguarda a Justiça alagoana. A decisão deve sair nas próximas horas.
 
A Operação Apito Final foi deflagrada para desarticular um esquema de lavagem de capitais criado por integrantes de uma organização criminosa, em Cuiabá. Foram expedidos 25 mandados de prisão e 29 de buscas e apreensão, além da indisponibilidade de 33 imóveis, sequestro de 45 veículos e bloqueio de 25 contas bancárias dos alvos investigados.
 
A investigação da GCCO, realizada ao longo de dois anos, apontou que W.T., posto recentemente em liberdade, utilizava diversas pessoas - entre amigos, familiares e advogados que atuam como "laranjas" - para adquirir imóveis, comprar e vender carros e atuar na locação de veículos com o dinheiro das práticas criminosas.
 
O esquema criminoso investigado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) faz parte do planejamento operacional da Polícia Civil na identificação e descapitalização do patrimônio adquirido por integrantes de uma facção criminosa com atuação em Mato Grosso.
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