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Secretário avisa que obras do VLT devem ser retomadas apenas em abril e contratos estão suspensos

Da Redação - Wesley Santiago

18 Jan 2015 - 11:11

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Secretário avisa que obras do VLT devem ser retomadas apenas em abril e contratos estão suspensos
As obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) devem ser retomadas apenas no fim de março ou começo de abril deste ano. A informação foi repassa pelo secretário de Projetos Estratégicos, Gustavo Oliveira, na tarde da última quinta-feira (15). Todos os contratos firmados pela Secopa (Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo) encontram-se suspensos, incluindo o do novo modal.

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O secretário afirmou que o pedido de suspensão do contrato partiu do Consórcio VLT, que não recebia os pagamentos há mais de 90 dias: “Eles pediram a suspensão do contrato e a Secopa acatou o pedido. Eles ficaram mais de 90 dias sem receber e está previsto em contrato que neste cenário, as obras podem ser suspensas”.
 
Porém, Gustavo fez questão de reiterar que o contrato com o Consórcio não foi rescindido: “Suspensão não é encerramento de contrato. Tecnicamente neste momento, por conta das chuvas, não é prático retomar estas obras. O desejo do Consórcio é de retomar as obras no fim de março ou abril. Por óbvia responsabilidade da construtora, a única obra em andamento é no viaduto da Sefaz”.
 
A situação do viaduto da UFMT (Jornalista Clóvis Roberto) também foi explicada: “A única solução possível é um projeto de drenagem integrado para toda a região. Aquele volume de água que hoje se acumula no local, se for inteiro jogado para o córrego do Barbado, vai alagar uma área ainda maior. Então, nós precisamos de um novo projeto de drenagem que compreenda toda a região, para que isso possa ser solucionado de maneira definitiva”, explicou o secretário.
 
“O Consórcio irá cooperar conosco na elaboração deste projeto e em até 30 dias devemos ter um projeto definitivo da drenagem de toda a região”, acrescentou Gustavo. Ele ainda disse que “nenhuma delas (obras) tem risco iminente de queda ou desastre. O que nos preocupa mais são os alagamentos nos pontos do VLT e as obras de reforço estrutural no viaduto da Sefaz, mas repito, nenhuma tem risco imediato de desabamento”.
 
Por fim, Gustavo ainda explanou sobre a situação da Secopa: “Juridicamente a Secopa não acaba enquanto não se extinguirem suas tarefas, ou outra secretaria as assumir. É isto que estamos fazendo aqui, identificando que secretarias podem assumir cada uma das obras. A Secretaria de Cidades deverá assumir a maior parte delas, preliminarmente, para que a Secopa seja extinta”.

5 comentários

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  • Moraes
    19 Jan 2015 às 12:13

    Sou à favor de que o governo destrua todas as obras e façam novas licitações para que os recursos sejam desviados novamente e que o Estado decrete falência. Dessa forma,o ambiente social irá ficar propicio para a eclosão de uma guerra Civil,que é uma situação que já está próxima de ocorrer em virtude do estado de baderna geral que se encontra a sociedade. A situação está tão bagunçada que a presidente chegou ao ponto de anunciar para o mundo que está indignada com a execução de um querido traficante de drogas do Brasil lá na Indonésia. Dá nada não! É a nova ordem nacional.

  • Felipe Matos
    19 Jan 2015 às 09:54

    Ok já que as obras só voltam em abril podia mandar o Mauro Mendes, que é do mesmo grupo político do Taques fazer o recapeamento asfáltico da Avenida do CPA. Quem passa na avenida todo dia, como eu, não aguenta mais tanto buraco e ondulação. É uma vergonha pra Cuiabá ter uma de suas principais avenidas naquele estado. Sr Taques e sr Mauro Mendes chegou a hora de vcs trabalharem.

  • Virginia
    18 Jan 2015 às 14:09

    E os motoristas e pedestres continuam a conviver com o caos, principalmente na Av do CPA, até quando?

  • mazaropi
    18 Jan 2015 às 12:19

    País rico, governado por incompetentes, olha um dos resultados: obras mal feitas, inacabadas sem acompanhamento, é o caos, salário minimo de 700,00 reais, não dá prá nada!

  • MARIA
    18 Jan 2015 às 11:45

    Friage essas obras!

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