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Quinta-feira, 22 de outubro de 2020

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Polícia comprova envolvimento de vigilante em tentativa de roubo a carro forte que terminou com três mortos

Da Redação - Wesley Santiago

23 Set 2020 - 07:45

Foto: Reprodução

Polícia comprova envolvimento de vigilante em tentativa de roubo a carro forte que terminou com três mortos
As investigações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) comprovaram que a vigilante Laura Virgínia Carvalho, 39 anos, que aparece caindo abraçada junto a um dos suspeitos na tentativa de assalto a um carro-forte no supermercado Atacadão, no bairro Tijucal, em Cuiabá, no dia 10 de maio de 2019, estava envolvida no crime. Ela teria sido responsável por repassar informações para o grupo que tentou efetuar o roubo. Ao todo, três bandidos morreram em troca de tiros com a polícia e seguranças.

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Ainda no dia dos fatos, foi aventada a possível participação de uma vigilante da própria empresa Brinks, sendo o seu envolvimento apontado pela esposa de um dos criminosos mortos na ação.

OD - Troca de tiros no Atacadão from Olhar Direto on Vimeo.

Nas investigações foi comprovada a atuação da vigilante no planejamento da ação dos criminosos, fornecendo informações precisas e imprescindíveis, enviando fotos, dados sigilosos e localizações dos pontos de abastecimento de caixas eletrônicos de diversos clientes da empresa onde trabalhava.

A investigação ainda demonstrou o vínculo da vigilante com um conhecido criminoso, já envolvido em diversos crimes relacionados a caixas eletrônicos, também investigado e preso pela GCCO na operação Luxus.

Um dos alvos da operação deflagrada nesta quarta-feira (23) para prender três envolvidos já se encontrava preso no Centro de Ressocialização de Cuiabá, bem como dois mandados de busca e apreensão.

Os presos serão interrogados na GCCO e o inquérito policial finalizado em dez dias.

Ainda há época dos crimes, o delegado Flávio Stringueta, coordenador da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil, disse ter convicção do envolvimento da vigilante no crime.

Quando dos fatos, o delegado disse que  imagens das câmeras de segurança iam em desencontro com as informações de que a segurança seria suspeita, porque, segundo o que apurou, ela deveria ter sido feita refém durante a ação.

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