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Domingo, 09 de maio de 2021

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ALMOÇO REGADO A PEIXE

Bloco de direita se reúne para começar a desenhar estratégias pensando em 2022 com apoio de Bolsonaro

Foto: Reprodução

Bloco de direita se reúne para começar a desenhar estratégias pensando em 2022 com apoio de Bolsonaro
Partidos de direita querem união em 2022 e pensam em lançar apenas um candidato para o Governo do Estado e Senado da República. A estratégia foi um apelo feito pelo próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido). 

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Pensando nisso, o grupo liderado por membros do PSL se reúniram em uma peixaria de Cuiabá e começaram a desenhar o quadro político que seria mais favorável para a disputa que se aproxima no próximo ano. 

O presidente do PSL em Mato Grosso e candidato derrotado na eleição para prefeito de Cuiabá em 2020, Aécio Rodrigues, segue firme no pensamento de ter um grupo forte para concorrer aos principais cargos, visando sempre o apoio maciço de Bolsonaro. "Ano passado erramos ao dividir o grupo. Agora vamos nos unir", disse. 

No almoço estavam presentes os deputados Gilberto Cattani (PSL), Delegado Claudinei (PSL), o ex-vereador por Cuiabá Abílio Brunini (PODE), o deputado federal José Medeiros (PODE) e o empresário Reinaldo Moraes (PSC), que disputou a eleição em 2020 para o Senado Federal. Antes desse almoço, teve uma reunião na Assembleia Legislativa com esse mesmo grupo e também contou com a presença do deputado Xuxu Dal Molin (PSC). 

Alguns nomes, como o de Medeiros já tem cargo definido para a disputa. Na última segunda, o deputado foi anunciado pelo presidente Bolsonaro como um postulante ao Senado. 

Cattani, Claudinei e Xuxu devem novamente disputar vaga na Assembleia Legislativa. Aécio Rodrigues deve encaminhar candidatura a deputado federal, assim como Reinaldo Moraes. 

O nome para disputa ao Governo do Estado ainda não foi definido. O polêmico Abílio Brunini deve também disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, mas ainda não tem nada definido. 

A coronel Fernanda (PATRI) e o deputado Elizeu Nascimento (PSL), que também disputaram vaga ao Senado ano passado, não estavam na reunião. Fernanda foi a única que recebeu apoio do presidente naquela oportunidade. 

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