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Sábado, 25 de junho de 2022

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ELEIÇÃO POLARIZADA

Pré-candidata ao Senado pelo PSB em MT defende chapa Lula x Alckimin e diz que Brasil é como "paciente na UTI: precisamos salvá-lo"

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Pré-candidata ao Senado pelo PSB em MT defende chapa Lula x Alckimin e diz que Brasil é como
A médica e pré-candidata ao Senado pelo PSB de Mato Grosso, Natasha Slhessarenko, defendeu a formação da chapa a Presidência da República que uniu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckimin (PSB). Para ela, os dois levaram em consideração a necessidade de "salvar" o País, deixando desavenças do passado abaixo desse projeto. A posição contraria grande parte da legenda no Estado, que aguarda liberação do Diretório Nacional para subir em outros palanques.

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Eu me posiciono a favor do nosso Estado. Sou pré-candidata de Mato Grosso. A composição, como tudo isso vai se materializar depende das convenções. Eu, obviamente, vou seguir o que for definido pelo partido. Acho que a arte da política é justamente o entendimento e acho que tanto o Alckmin como o Lula enxergam um projeto de Brasil muito maior do que essas desavenças, eventuais rusgas que tiveram no passado. Tudo fica pequeno frente aos grandes líderes que os dois são. Eles estão deixando qualquer vaidade de lado pelo País", defendeu.

O presidente do PSB em Mato Grosso, deputado Max Russi, entre outras lideranças discordam da aliança e não pretendem pedir votos para Lula e Alckimin. Quando questionado sobre o assunto, frequentemente Russi diz que tem a garantia de independência e sustenta a dificuldade em assumir um palanque petista em um estado que agrega tantos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), pré-candidato a reeleição e principal opositor do grupo.

Natasha, por sua vez, classifica o Brasil junto da atual gestão federal como um "paciente na UTI" e acredita que a eventual eleição de Lula e Alckimin seria a "salvação" do País.

"Eu sinto o Brasil como um doente na UTI, sangrando, todo quebrado. E ainda tem gente querendo judiá-lo ainda mais. Acho que a gente tem que pensar no Brasil acima de qualquer ideologia e salvar esse paciente", pontuou.
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