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Quarta-feira, 08 de abril de 2020

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“Não se faz candidato por decreto”, afirma Sachetti para alfinetar Taques

Da Reportagem Local - Ronaldo Pacheco, Carlos Gustavo Dorileo e Érika Oliveira

26 Mar 2018 - 14:41

Foto: Rogério Florentino Pereira / Olhar Direto

“Não se faz candidato por decreto”, afirma Sachetti para alfinetar Taques
As pré-candidaturas ao governo de Mato Grosso em discussão até o momento demonstram que não cabe mais a imposição de nomes e que as definições vão ocorrer nas vésperas das convenções. A tese do deputado federal Adilton Sachetti (PRB) é uma sutil indireta na insistência do governador José Pedro Taques (PSDB) em disputar a reeleição, mesmo com a aliança de 2014 já esfacelada, e um alerta de que a prioridade do seu grupo é a pré-candidatura do ex-prefeito Mauro Mendes (DEM).     
 
Numa leitura indireta sobre a pré-candidatura de Pedro Taques, mesmo sem ter apoio majoritário sequer no PSDB, ele cita que não há como impor candidatura por decreto, hoje em dia. “A gente não faz candidato por decreto! Não tem fórmula mágica! Política é a arte de conciliar os interesses”, pontuou Sachetti, deixando claro que o tempo deixou-o muito mais aberto ao diálogo.
 
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Embora alguns demonstrem animação acima de média, Sachetti adverte que as definições sairão somente às vésperas de 5 de agosto  e que até lá todas as conversações são legítimas. “A gente tem que conversar e procurar convergir. O nosso Estado de Mato Grosso está em dificuldade. Todo mundo sabe. O Brasil está em dificuldade. E é somando que vamos buscar solução para as dificuldades”, pontuou o deputado federal do PRB, durante Encontro Estadual do DEM, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.
 
Nesse contexto, Adilton Sachetti afirmou que tem disposição de dialogar com todos. “Não dá para excluir ninguém. Isso verdadeiramente só vai definir no dia 5 de agosto. Até lá todo o mundo vai conversar com todo o mundo. Não dá para fechar nenhuma porta, porque senão você já sai matando a política”, ensinou ele, para a reportagem do Olhar Direto.
 
Adilton Sachetti coloca até mesmo sua pré-candidatura ao Senado da República como subalterna à construção da chapa a ser encabeçada por Mauro Mendes. “Ainda sou deputado federal. Senador é sonho. E é muito cedo para qualquer definição. Política é a arte de conversar. Temos que realmente construir, conversando... E convergir para fazer um palanque capaz de ganhar as eleições de Mato Grosso”, justificou o parlamentar.
 
O surgimento de nomes é visto como natural, principalmente os mais citados, como Mauro Mendes, o ex-senador Jayme Campos (DEM), Pedro Taques e o senador Wellington Fagundes (PR).  “Diálogo avança e começam a surgir nomes. E é bom conversar para se agruparem. Temos o governador Pedro Taques, o senador Wellington Fagundes, tem o grupo do Mauro Mendes, do qual eu faço parte. Temos conversado com Mauro, com [Otaviano] Pivetta, em busca do arranjo de uma candidatura, mas tudo até agora é só  conversa. Vai afunilar lá na frente”, complementou Sachetti.
 
Ex-excluídos  
 
Adilton Sachetti e o deputado federal Fábio Garcia, atual presidente do DEM, foram excluídos do PSB pela Executiva Nacional, por causa da votação favorável ao projeto da reforma trabalhista tramada pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB). A orientação do Diretório Nacional do PSB era para votar contra o projeto, mas não foi obedecido.
 
No mesmo processo, a Executiva Nacional do PSB excluiu os deputados estaduais Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso; Max Russi, secretário-chefe da Casa Civil; Oscar Bezerra, Mauro Savi e Professor Adriano Silva.
 
Fábio Garcia se filiou ao DEM e Sachetti migrou para o PRB, após a desistência de reeleição do senador Blairo Maggi (PP), atual ministro da Agricultura e Pecuária. Botelho e Professor Adriano se filiaram ao DEM; e Max Russi deve ir para o PSDB ou PPS. Já  Mauro Savi está entre o DEM, o PRB e o PP.

13 comentários

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  • Rocha
    29 Mar 2018 às 00:31

    Covarde !!!

  • Justo
    27 Mar 2018 às 10:35

    Esse é um tipo politico que tem que ser banido da vida pública, com discursinho o senhor pensa que vai onde.

  • Fernanda
    27 Mar 2018 às 09:26

    Vergonha, eleito por Mato Grosso e destinando emendas a hospital de São Paulo, espero que nunca mais se eleja nem para síndico. Espero que o povão tenha vergonha na cara e não vote mais nesse senhor.

  • Lucio Flavio Kothe
    27 Mar 2018 às 09:15

    Este dep. não veio sequer uma vez aqui em Barra, nem quando veio a caravana da transformaçâo, para operar nós que temos cataratas, votei em ti mas meu voto não mais terás.

  • joao do pedegral
    27 Mar 2018 às 08:58

    ESSE PORQUE TEM O BERERE, PAGA PARA MAOIRIA TRABALHAR PARA ELE, E POR ESSE E OUTROS MOTIVO NÃO TEM COMPROMISSO COM O POVO....... O POVO QUE SE ESPLADA........, MANDO DINHEIRO SIMMMMM.... AS EMENDAS SÃO MINHAS.... MANDO PARA ONDE EU QUISER. Gostaram, e desse jeito mesmo, agora quem quer mudar e so não VOTAR MAIS NESSES CRETINOS.

  • Leonel
    27 Mar 2018 às 08:33

    Votei nesse "senhor" que se mostrou uma decepção, eu como todos os eleitores dele (que acompanham seus passos na camara) não nos sentimos representados por ele. Meu voto e de minha família ele nunca mais vai ter.

  • Moreira
    27 Mar 2018 às 07:08

    Cada vez mais acredito nós argumentos do governador, em matéria num jornal da capital, de que esse bombardeio por parte de caras como esse aí, o Sacheti, são por conta das mãos de ferro do Taques no governo. O Taques não aceitou ser fantoche desses caras aí. Através dos fatos que estou vendo, isto se torna mais evidente.

  • Barreto
    26 Mar 2018 às 21:13

    Sachetti querendo chutar cachorro morto !!!!!

  • Indignado
    26 Mar 2018 às 20:05

    Esse deputado e Fábio Garcia assim como todos que votaram contra os trabalhadores não voltam para câmara de jeito nenhum,só se realmente o povo trabalhador desse estado não tiver memória.

  • ZE DAS COUVES
    26 Mar 2018 às 19:09

    OLHA A CARA DELE! NÃO É SIMPATICO?

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