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Coordenador de Bolsonaro em MT critica aproximação de Haddad com igreja

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

18 Out 2018 - 14:15

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Coordenador de Bolsonaro em MT critica aproximação de Haddad com igreja
Professor de teologia e pastor da igreja evangélica Assembleia de Deus, o deputado Victório Galli (PSL), um dos coordenadores da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) em Mato Grosso no segundo turno, criticou a tentativa de aproximação do candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) com líderes religiosos nos últimos dias.

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Conforme o parlamentar, Haddad é o tipo de político que é temente a Deus apenas no período de campanha e que não irá aparecer mais em cultos ou em missas após o dia 28 de outubro, data da eleição.

“Isso é aquela mania de alguns políticos que não tem nada a ver com assuntos religiosos, que na época de campanha ficam tementes a Deus. Esses políticos se derem microfone eles pregam, fazem apelo, cantam hino, mas quando termina a campanha acabou, não aparecem mais”, disse Galli, que é diretor da Escola de Teologia das Assembleias de Deus no estado de Mato Grosso.

Ainda conforme o deputado, a presença de Manuela d'Ávila em igrejas é outra incoerência, pelo fato de ela ser do Partido Comunista do Brasil. Ele também afirmou que a candidata à vice de Haddad representa um perigo de ditadura muito maior que Hamilton Mourão, general de quatro estrelas, vice de Bolsonaro.

“O que o comunismo tem a ver com religião se eles pregam mais o ateísmo? Eles dizem que o Bolsonaro apóia a ditadura por ter um candidato a vice general, mas o perigo mesmo está com o Haddad, por que a vice dele é comunista”, finalizou.

No última sexta-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida, Haddad e Manuela d'Ávila foram a uma missa dedicada a crianças e adolescentes em uma igreja católica no bairro Jardim Ângela, em São Paulo.          
    
Já nesta quarta-feira (17), o candidato petista se encontrou com líderes de igrejas Luterana, Metodista, Anglicana, Assembleia de Deus, Prebisteriana Batista e Betesta. Durante o encontrou ele disse que segue os princípios cristãos e defende o Estado laico.

25 comentários

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  • eduardo
    25 Out 2018 às 16:39

    um babaca, seguidor de torturadores e de adeptos da ditadura militar. perdeu a reeleição, e agora vai perder para presidente no segundo turno, vai dar haddad, jair já era!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Levi
    19 Out 2018 às 14:34

    Engraçado, esse Victório Galli, vive a explorar a fé alheia para se eleger e se dar bem na política. Agora vem pousar de puro! Faz-me rir...kkkkk

  • Antonio
    19 Out 2018 às 11:21

    A Igreja tem papel fundamental na Política, especialmente por conhecer a forma de governo que Deus deseja para uma nação, pois se o homem não estiver comprometido com Deus a com a Sua palavra Ele não abençoa. A luz da bíblia, todos os governantes que foram temente a Deus foram bem sucedidos e a nação prosperou.

  • Thiago
    19 Out 2018 às 08:11

    QUE VERGONHA ALHEIA, ESSE GALLI DEVERIA IR P HOSPICIO

  • Thiago
    19 Out 2018 às 08:11

    QUE VERGONHA ALHEIA, ESSE GALLI DEVERIA IR P HOSPICIO

  • Geraldo David
    19 Out 2018 às 06:38

    As igrejas deixam de cumprir seu papel quando se envolve políticamente. Defender um candidato simpático a tortura, ditadura... É muito ruim.

  • anderson
    18 Out 2018 às 21:30

    lugar de pastor e na igreja cuidando de seu rebanho e nao na politica. deus ,com certeza nao habita no meio politico. e tem muito politico que se nao invocar o nome de deus na campanha,perde e feio,ok

  • Kaka
    18 Out 2018 às 20:51

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  • Pedrão
    18 Out 2018 às 18:52

    Muito me surpreendem alguns moralistas, inclusive de igrejas, prestando apoio ao bolsonaro, cuja compreensão de valores morais, cristãos e de direitos humanos é absolutamente nula.

  • Silva
    18 Out 2018 às 17:04

    Aqui em Cuiabá não precisa estratégia, pois porco sabe onde fuça

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