Olhar Jurídico

Segunda-feira, 20 de maio de 2024

Notícias | Geral

CASO SOB SIGILO

'Rei da Soja' perde ação movida pelo filho fora do casamento e levantamento de patrimônio é autorizado

Foto: Reprodução

'Rei da Soja' perde ação movida pelo filho fora do casamento e levantamento de patrimônio é autorizado
A Justiça atendeu ao pedido de Renato Cardoso Lima Scheffer, filho do mega produtor Eraí Maggi Scheffer, e autorizou a produção de provas antecipadas para verificar qual é o tamanho do patrimônio de seu pai. Nascido em 1990, o rapaz é fruto da relação extraconjugal entre Eraí e E.C.L., que era cozinheira de uma de suas propriedades rurais. A informação foi divulgada neste sábado (17) pela coluna do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles. O caso tramita sob sigilo.


Leia também
Justiça decreta sigilo na ação que Eraí Maggi é processado por filho que teve fora do casamento

Renato acionou a Justiça com o entendimento de que o Rei da Soja está antecipando sua herança aos outros três filhos, com fins de blindar os bens e ativos que futuramente deveriam ser divididos entre os herdeiros, incluindo Renato.

A coluna de Guilherme Amado informou ainda que a Justiça negou o pedido de produção de provas sobre o patrimônio da esposa e dos filhos do casamento, mas determinou que o empresário declarasse quais bens foram doados a eles.

“Eraí precisará prestar informações sobre as doações de cotas da holding EMK2A, que administra o patrimônio da família, e terá que informar qual era o percentual de cada doação em relação ao seu patrimônio no momento em que elas foram oficializadas”, diz a Coluna. Uma audiência presencial entre Renato e seu pai foi marcada para a próxima quarta-feira (21).

Renato hoje atua como motorista de caminhão na cidade de Nova Olímpia, cidade a 204 quilômetros da capital. 

Enquanto a Bom Futuro tem o capital social avaliado em R$ 1,5 bilhão, e a EMK2A tem de R$ 1,2 bilhão, consta no processo que o único reconhecimento legal, “de papel”, entre Eraí e Renato se deu com o acordo firmado na época do DNA, em 2020, quando ele passou a usar o sobrenome Scheffer.

Contudo, o caminhoneiro recebeu “apenas” R$ 500 mil, sendo R$ 250 mil para comprar um imóvel e uma pensão mensal de R$ 12,5 mil.
Entre em nossa comunidade do WhatsApp e receba notícias em tempo real, clique aqui

Assine nossa conta no YouTube, clique aqui

Comentários no Facebook

Sitevip Internet