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Segunda-feira, 27 de maio de 2024

Notícias | Criminal

VAI SER TRANSFERIDO PARA MT

Diretor e social média do time "Amigos WT" foi preso em Maceió; distribuía cestas básicas e comprou BMW

Diretor e social média do time
Preso em Maceió (AL) durante na Operação Apito Final, Andrew Nickolas Marques Dos Santos é apontado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) como integrante da organização criminosa comandada por Paulo Witer Farias Paelo, o WT. Segundo a Polícia Civil, ele era o responsável por administrar a conta do Instagram do time amador “Amigos WT”, que foi criado com o intuito apenas de lavar o dinheiro do tráfico, conforme apontou a investigação.


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Andrew foi preso durante um torneio de futebol amador em Maceió. As investigações revelaram que ele tem a função de colaborar na ocultação do patrimônio com a aquisição e venda de imóveis e veículos. Atualmente, ele está no Presídio de Segurança Máxima de Maceió.
 
Além de ser diretor e social média do grupo criminoso, ele também realizava a distribuição de cestas básicas em comunidades carentes “no assistencialismo da organização criminosa”.
 
De acordo com a decisão judicial que autorizou a ação policial, a compra de um veículo Volvo CX60 pelo valor de R$ 379 mil foi realizada por transferências de Andrey e do Supermercado Alice - que foi adquirido para lavagem do dinheiro do CV.
 
Além desse veículo, Andrew declarou ser “baixa renda” para receber auxílio emergencial do Governo Federal, mas comprou um BMW X5 pelo valor de R$ 600 mil.
 
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Andrew foi preso no dia 29 de março durante um torneio de futebol amador em Maceió. Além dele, os agentes prenderam: o próprio WT, Alex Júnior Santos de Alencar – o Soldado, Tayrone Junior Fernandes de Souza e o advogado Jonas Cândido Silva.
 
Na semana passada, o juiz do Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá, Jorge Alexandre Martins Ferreira, determinou a transferência para Mato Grosso dos cinco. A data da transferência não foi informada pela Secretaria de Administração Penitenciária (SAAP).
 
Paulo Witer e os comparsas tiveram as prisões preventivas decretadas no bojo da investigação da Operação Apito Final, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que apura um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas fomentado, especialmente, na região do Jardim Florianópolis, em Cuiabá.
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