Olhar Direto

Quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Notícias / Política MT

Galindo tenta não perder PAC e tem até dia 30 para justificar concessão

De Brasília - Vinícius Tavares

04 Ago 2011 - 15:53

Foto: Reprodução

Galindo tenta não perder PAC e tem até dia 30 para justificar concessão
O prefeito de Cuiabá, Chico Galindo (PTB), ganhou prazo até o dia 30 de agosto para apresentar ao Ministério das Cidades e à Caixa Econômica Federal esclarecimentos sobre o futuro da Agência Reguladora que vai substituir a Sanecap na administração dos serviços e água e esgotos em Cuiabá.

Com isso, o prefeito conseguiu a suspensão temporária dos efeitos da decisão da Caixa de contingenciar os cerca de R$ 241 milhões que a prefeitura tem a receber para tocar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 1 na capital.

Durante reunião com o diretor da Secretaria Nacional de Saneamento do Ministério das Cidades, Manoel Renato, na tarde desta quinta-feira (4/8), em Brasília, o prefeito reforçou que a mensagem aprovada pela Câmara de Cuiabá apenas devolve para a prefeitura a gestão do setor e cria uma agência reguladora.

De acordo com o secretário de Articulação Política, Ricarte de Freitas, a prefeitura se comprometeu a não iniciar processo de privatização da Sanecap para que não haja a suspensão dos pagamentos previstos.

Ainda segundo Ricarte, um documento com os termos do compromisso, assinado pelo prefeito, já foi protocolado no Ministério.

“Ao firmar este compromisso, o prefeito argumentou que não se justificava o Ministério manter o teor do ofício da Caixa de suspender a liberação dos recursos e informou que dentro dentro do prazo previsto ele vai comunicar qual será o modelo adotado pela prefeitura, se concessão pública, privada ou PPP (parceria público-privada)”, disse Ricarte após a reunião.

10 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Olhar Direto. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site Olhar Direto poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.

  • Digão
    04 Ago 2011 às 18:50

    Por favor! Será que o Xô Mano Olhar Direto não tem no arquivo, um outro retrato (foto) do prefeito Galindo! Chega deste sorriso que só a ele alegra, vê se coloca um retrato de um homem sério ou então chorando!

  • ROBERTO STUART
    04 Ago 2011 às 18:28

    Galindo , considera um dos piores prefeito que Cuiabá ja teve. É nítido o descontentamento do povo. Mas colocar esse sanguessuga do Ricarte, que já era carta fora do baralho, para representar Cuiabá em Brasília, foi pra acabar com Cuiaba de vez. Ditado popular me diga com quem andas que te direis quem és. Ricarte sanguessuga, corrupto, formador de quadrilha, etc, representante do Prefeito de Cuiabá em Brasília. O que podemos dizer do Galindo????????? Xega de corruptos

  • Phant
    04 Ago 2011 às 18:26

    Batistinha e Concessão com dois essesO Galindo ou tem qi muito baixo ou e campograndense ,contra Cuiaba.Vai receber dinheiro a fundo perdido e fala em privatizar,Muita burrice.Quanto Cuiaba não esta perdendo por má gestão/ganancia.

  • Alexandre o Grande
    04 Ago 2011 às 17:57

    Quem tem o sanguessuga Ricarte como seu porta voz e gurú, com toda a certeza, so pensa em maracutáias.

  • Batistinha
    04 Ago 2011 às 17:53

    Prezados amigos leitores do olhar direto vou tentar explicar para vocês o que realmente essas autoridades (PREFEITO E VEREADORES), estão tentando fazer. Se ilustríssimos fossem realmente vender a SANECAP (PRIVATIZAÇÃO), eles estariam vendo a SANECAP, mais os compradores eram obrigados por lei á assumir todas as responsabilidades e obrigações (pagar todos os débitos da SANECAP junto a todos os credores e fiscos), e ainda assumir as questões trabalhistas. Mais o que ilustríssimos (autoridades prefeito e vereadores), estão fazendo é o contrario é uma CONSEÇÃO (terceirização dos serviços da SANECAP sem ônus algum para os favorecidos), ficando assim a empresa que ganhar esta concessão não tendo nenhuma responsabilidade ou obrigação com os fornecedores, funcionários ou qualquer um que tenha dinheiro a receber da SANECAP. Na realidade é o melhor tipo de negócio que se poderia oferecer a qualquer empresa para entender melhor vamos simplificar. Você constrói um hotel de 5 estrelas em seguida coloca dentro os melhores moveis possíveis, e repassa para alguém sem obrigação de pagar pelo financiamento do prédio e tão pouco dos moveis, ficando apenas a obrigação do locatário repassar para quem realmente fez tudo uma pequena parte da sobra da arrecadação. Então pense muito nisto e tire as suas conclusões ai faça a sua linha de raciocínio, será quês estas autoridades (prefeito e vereadores) não estão com segundas intenções?, pense e reflita e não se esqueçam, pois ano que vem temos eleições. Ai estar a minha indignação com esses tipos de servidores públicos que NÓS mesmos colocamos onde estão, a hora é de repensar o nosso futuro. Fiquem com deus.

  • Tokanguira
    04 Ago 2011 às 17:38

    A SOCIEDADE EM GERAL TEM QUE APÓIAR A IMPLANTAÇÃO DO "VLT". Nesta série de entrevistas e matérias, o ponto de partida é a discussão Bus Rapid Transit (BRT) e Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT) para Cuiabá-MT. Os entrevistados foram selecionados em fontes usuais do cenário apresentado, tendo em conta o objetivo de comprovar, com números e informações técnicas, quatro principais fatores: 1. A viabilidade socioeconômica e financeira do VLT na capital mato-grossense 2. O praticamente empate de custos da implantação e operação do BRT com os dos VLT 3. O melhor custo-benefício com economia em médio e longo prazos do VLT sobre o BRT 4. O maior interesse de investidores pelo VLT contra nenhuma empresa anunciada para financiar o BRT, salvo o próprio governo estadual e a valores bem mais altos do que o disponibilizado pela União. De acordo com esta entrevista com o representante do Fundo de Investimentos Infinity, interessado em uma Parceria Público Privada (PPP) para implantação do VLT em Cuiabá, Roweles Magalhães Silva, além de todos os dados acima serem fato, os governos estadual e municipal ainda podem obter um retorno em dinheiro de mais de R$ 60 milhões/ano advindos de exploração publicitária do envelopamento do VLT, mídia nas estações, e percentuais relativos a minishoppings nos terminais, entre outros canais comerciais já usuais em toda a Europa e cidades do mundo. Honéia Vaz – Roweles, divulga-se hoje que a implantação do projeto BRT de Cuiabá-MT pode ser efetivada dentro dos R$ 500 milhões disponibilizados pelo governo federal ao estado de Mato Grosso. Pelo projeto BRT que você teve acesso e seu conhecimento de mercado, como seria distribuído este custo? Roweles Magalhães – Na verdade são R$ 450 milhões, que correspondem apenas às obras de construção do corredor. E os demais custos relativos a toda a implantação, onde estão? Vão ficar fazendo aditivos no meio do caminho? E qual o custo disto? Se, realmente, for apresentado o total BRT sairá mais caro. E este segundo não tem grupos de investimentos interessados, por que toda a Europa está trocando BRT por VLT ou metrô. E para o VLT de Cuiabá, de minha parte posso afirmar que tem três grandes grupos querendo fazer PPP ou concessão. E, aliás, BRT de verdade, nos moldes da Europa (e não somente ônibus articulado) é até mais caro que VLT e isto pode ser conferido em qualquer estudo internacional, não precisamos nem questionar os projetos para Mato Grosso. H.V. – Que outros custos são estes que superam os R$ 500 milhões o BRT? R.M. – Entre vários podemos colocar, além dos R$ 450 milhões para construção do corredor: cerca de R$ 1,1 bilhão anunciados pela própria Agecopa como sendo para a desapropriação. Questionamos ainda: onde está o valor dos ônibus? E o valor da demolição, encaminhamento e destino final do entulho? Este segundo poderá ficar em até R$ 600 milhões e não menos que R$ 400 milhões. Estima-se que ações judiciais de inquilinos e proprietários não fiquem por menos de R$ 200 milhões. A Prainha exige alguns cuidados de infraestrutura de suporte para o grande peso de quaisquer dos dois sistemas (BRT e VLT), por ter canais de água embaixo, e isto não foi orçado no projeto BRT. A inserção urbana como um todo não foi orçada ainda e não sairá por menos de R$ 300 milhões (fiação, reestrutura da calçada e do asfalto, etc.). Na manutenção e operação, ao longo dos anos, BRT é mais caro que VLT e isto está em qualquer estudo do mundo que se obter por base, não é uma visão para Cuiabá. Quando o governo do Estado e a Agecopa colocam o VLT como mais viável e até mais econômico para Mato Grosso estão corretos. H.V. – 1,1 bilhão só para desapropriação. No caso do VLT, o levantamento feito no estudo da Ferconsult – Consultoria, Estudos e Projetos de Engenharia de Transportes - S.A, qual o percentual de desapropriação VLT x BRT? R.M.- Nosso projeto ao governo desapropria apenas 3 estabelecimentos do lado direito da Prainha, por exemplo, enquanto que o BRT desapropria todos nesta mesma lateral e vários do lado esquerdo. Vou dizer mais: estamos tentando de todas as maneiras manter estes 3 listados que podem ser desapropriados. No caso da implantação do BRT não há escolha e o total e diferença em relação ao VLT é de 80% a mais de desapropriação, o que gera o alto custo do BRT em relação ao VLT, portanto. Quero dizer ainda que enquanto o BRT exige a desapropriação de todo o corredor comercial direito da Prainha, o VLT libera 20% da área hoje impactada por ônibus. H.V. Demanda. Um dos grandes embates aponta duas posições: o BRT é adequado ao número de passageiros Cuiabá-Várzea Grande. E o VLT supera a capacidade necessária agora para atender ao mesmo índice de usuários. O que mostra o estudo e projeto VLT? R.W.- Pegamos o mesmo dado do projeto BRT para mostrar em nosso estudo o custo-benefício do VLT. Segundo este levantamento colocado para o BRT são 6 mil usuários/hora/sentido, linhas Cuiabá-Várzea Grande. Foram listadas 3 horas de pico. Quer dizer que para atender a esta demanda, dentro das especificações técnicas mundiais, seriam necessários 120 ônibus articulados. Esta composição é impossível, por que significa 2,5 km de ônibus enfileirados. Como é tecnicamente impossível colocar essa quantidade de ônibus necessária para atender à demanda real de Cuiabá-Várzea Grande no sistema BRT, eles colocarão 250 a 300 pessoas em um ônibus que é para 150. Ou seja, vai continuar a super lotação e o corredor será lento, pois temos que contar tempo de embarque, desembarque, locomoção com este sobrepeso. H.V. – Isto já acontece no sistema BRT paulista, não é? R.W. - Sim, um ônibus articulado que é para 150 pessoas tem 300, 400, gente saindo pela janela. E os corredores que foram criados para acelerar o trânsito de ônibus, portanto, ficaram lentos, por causa da quantidade de ônibus que foram acrescentando. Ou seja, já há muito, o BRT nestas localidades está saturado, necessitando um transporte de alta capacidade – que pode ser o VLT. Ao deixar de atender a esta realidade, o sistema BRT está comprometendo um dos sentidos da Mobilidade Urbana, tirando a agilidade do trânsito e de locomoção das pessoas. É por isso que o BRT está sendo substituído em várias cidades da Europa. É por isso que na demanda que hoje temos aqui não podemos começar com o velho e errado. E é por isso que não se vê nenhuma empresa internacional querendo investir no BRT de Cuiabá. H.V.- Voltando a “atendimento a demanda”, para ficar bem claro... R.W.- Em primeiro lugar, usamos o projeto BRT, que aponta 6 mil passageiro/hora/sentido para mostrar que o VLT atende à mesma demanda e é mais viável financeiramente, além de em termos de logística, meio ambiente, conforto, etc.. Outro ponto: Cuiabá e Várzea Grande já são uma metrópole com cerca de 1 milhão de habitantes. Em Porto (Portugal), onde o governador viu o VLT, o aglomerado urbano não tem mais de 1,2 milhão de habitantes. Importante lembrar que na Europa e no EUA as cidades estão trocando VLT por BRT, por que os corredores não permitem expansão e atendimento crescente de passageiros e a idéia mundial é diminuir carros nas vias, o chamado carro unifamiliar, porque as vias não suportam mais tamanha frota e não tem para onde crescer mais. Precisamos, portanto de transporte de alta capacidade para atender ao aumento da população. H.V.- Ok, ficou claro para mim. E quem são e como seriam as contrapartidas e investimentos das citadas empresas interessadas em implantar e operacionalizar o VLT em Cuiabá? R.W.- Siemens e CAF, por exemplo, querem fazer seja PPP, seja um contrato de concessão. E, melhor: ambas, inclusive, ofereceram incluir o custo dos veículos como parte do custo da operação. E no BRT, que empresas temos querendo investir? Nenhuma se apresentou. H.V. – Hoje o governo do estado de Mato Grosso pode fazer um contrato de PPP ou concessão nos moldes requeridos numa operação como esta para o segmento de transporte? R.W. – Ele precisa criar uma Lei de PPP, uma empresa nos moldes da Companhia de Metrô de São Paulo e dispor um Fundo Garantidor. É uma questão legal e que ele poderá usar posteriormente como modelo para fazer PPPs para hospitais, presídios, etc. Mas, o Governo do Estado pode começar a obra enquanto aprova a legislação PPP e depois tramitar para PPP. Este começo pode ser financiado pelos R$ 500 milhões do Ministério das Cidades, até por que precisa ficar bem claro que o governo federal só está fazendo um repasse. Pode ser como está sendo feito o Estádio Fonte Nova, Salvador-Bahia, no qual o BNDES colocou todo o dinheiro, o governo baiano entra com o Fundo Garantidor e a OAS, empresa construtora, explorará a concessão de 20 anos. H.V.- Dizem que “na África do Sul deu certo”. Mas, aí não se está contando que o transporte público lá era praticamente feito por vans e ainda não há sistemática de rede necessária a qualquer planejamento... R.W.- Exato, vans superlotadas e sistema de transporte tão precário que BRT é o paraíso para eles. H.V.- Custo da passagem é outro questionamento... R.W.- Manteremos o mesmo custo do ônibus, já prevendo R$ 3,00 para 2014 no VLT com todas as gratuidades dentro deste preço – para deficiente, estudante, idoso, etc. E isso sem subsídios do governo ou prefeitura e ainda devolvendo dinheiro (cerca de R$ 60 milhões/ano, podendo alcançar mais conforme explicado, a partir de publicidade e até venda de crédito de carbono em 2016 em diante). H.V.- Quer dizer que além de o BRT ser o mais caro em médio e longo prazos, a implantação deste implica em perdas de investimento de capital estrangeiro (concessão ou PPP) que tirariam o custo do governo estadual e ainda deixaria de propiciar lucro/ano com mídia e crédito de carbono, além do relativo a mini-shoppings? R.W. - BRT é o retrocesso. Enquanto o mundo está colocando VLT e metrô, pensando em bateria de lítio e carro elétrico, venda de crédito de carbono e valor de preservação ambiental, nós aqui estamos pensando em implantar o BRT que emite CO2, que é poluente. E outra: o projeto de inserção urbana VLT, diferente do BRT, vem com ciclovias, área verde, fiação rebaixada além das vantagens naturais do sistema VLT no mundo todo, que é a liberação de 20% da área a valorização comercial dos imóveis da região em pelo menos cinco vezes o valor atual aumento de mais de 30% no movimento do comércio, pela acessibilidade e rapidez do transporte. Se for BRT não haverá comércio nesta região, do lado direito e parte do esquerdo. E tem ainda o dinheiro de retorno sobre comercialização de vários tipos. H.V.- Roweles, vamos ao “finalmente”: é fato que todas estas suas afirmações, e o projeto VLT do grupo Infinity (que tive a oportunidade de ler) é o apresentado oficialmente e, portanto, como de praxe em qualquer contratação, será a base do contrato. Isto quer dizer, portanto, que estamos falando de interesse em bancar o VLT em Cuiabá, seja por PPP ou concessão, devolver dinheiro aos governos (média de R$ 60 milhões/ano), dispensar subsídios municipais e estaduais, e ainda atender a mesma demanda levantada para o BRT, mas dentro do padrão técnico de espaço/número de passageiros? R.W.- Eu apresento o estudo de uma empresa internacional, propostas de contratos de PPP ou concessão, e ainda proponho devolver dinheiro ao governo de Mato Grosso, o que quer dizer que: ou é verdade ou somos loucos e débeis mentais para achar que é viável...Por que um Fundo Investidor colocaria esta proposta ao governo e arcaria com todos estes custos se o projeto não fosse viável? *Honéia Vaz é jornalista em Cuiabá-MT.

  • jordanna
    04 Ago 2011 às 17:14

    por favor tire esses metralhas dai da prefeitura.

  • Pau Rodado
    04 Ago 2011 às 16:44

    Esse sujeito parece fazer diariamente, um esforço cada vez maior para ser o mais odiado prefeito que Cuiabá já teve. Não existe uma coisinha que a gente possa falar bem, que esteja sendo bem conduzida na cidade. Está tudo uma porcaria só, talvez, se a prefeitura parasse completamente seria melhor, do jeito que está tão é atrapalhando!

  • JOTA RIBEIRO
    04 Ago 2011 às 16:42

    MAS UMA VEZ TENTAM ENGANAR A POPULAÇÃO COMESSA BALELA DE CONCESSÃO TODOS NÓS SABEMOS QUE OS 19 SUBSERVINTES CAPITANEADOS POP GALINDO -JULIO E POP E ESSE POP O MAIOR MALANDRO DE TODOS(SOU CUIBANO DO PORTO)VC MEU DA NOJO A NÓS CUIABANOS SEU MALANDRO AGORA MEU CARO IMCOMPETENTE GALINDO ACHOU QUE É MAIS ESPERTO QUE TODOS ACHOU QUE GASTARIA 330 MILHOES DA FEDERAÇÃO EM CUIABA EM BENEFICIO DE GRUPO EMPRESARIAL SABE SE LÁ SE JÁ NÃO ACERTADO PREVIAMENTE SÓ QUE SE QUIZER VENDER QUE VENDA SÓ QUE EXPLIQUE PROS CUIABANOS POR QUE VAI JOGAR PELO RALO OS INVESTIMENTOS DE 330 MILHÕES(PAC 1 E PAC 2) COM O MAIOR APOIO DO CUIABANO DO PORTO POP

  • joão
    04 Ago 2011 às 16:36

    Se mata peste ruim!!!!!!!!

Sitevip Internet