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Quarta-feira, 26 de junho de 2019

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Onze hospitais que interromperam cirurgias eletivas durante greve dos caminhoneiros voltam a operar

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

01 Jun 2018 - 14:01

Foto: Rogério Florentino Pereira/OD

Onze hospitais que interromperam cirurgias eletivas durante greve dos caminhoneiros voltam a operar
Onze unidades de saúde do estado suspenderam a realização de cirurgias eletivas e procedimentos como consultas e exames marcados para os dias 29 e 30 de abril, em decorrência da falta da greve dos caminhoneiros. A situação foi normalizada nesta sexta-feira (1), um dia após o feriado de Corpus Christi.

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Dentre os hospitais que paralisaram o serviço estão sete hospitais regionais. São eles: de Várzea Grande, Sinop, Cáceres, Rondonópolis, Colider, Alta Floresta e Sorriso. As cidades de Peixoto de Azevedo, Água Boa e Barra do Bugres também tiveram problemas para executar procedimentos médicos.

Conforme a secretaria da Saúde do Estado, as suspensões ocorreram devido ao atraso de entrega de medicamentos, combustíveis e gás de cozinha para o hospital por conta dos dez dias de paralisação dos caminhoneiros.

No último dia 25, o hospital São Lucas, na cidade de Lucas de Rio Verde, que é particular, mas atende por meio do convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS) comunicou que estava realizando apenas cirurgias de emergência e partos, suspendendo as cirurgias eletivas.

A greve também impactou em vários outros setores causando prejuízos a empresários e a falta de produtos em supermercados.

Em todo o estado, cerca de 29 frigoríficos paralisaram e cerca de 23 mil trabalhadores da área ficaram impedidos de exercer suas funções.

De acordo com a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) em todo o estado, os serviços de abate de bovino ficaram suspensos nos dez dias de greve, gerando o prejuízo de R$ 35 milhões por dia.

1 comentário

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  • Cuiabana injustiçada
    01 Jun 2018 às 18:42

    INFELIZMENTE PRECISAMOS DO SAMU SEMANA PASSADA MINHA MÃE COM PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS MUITA FALTA DE AR ESPERAMOS 50 MINUTOS NA AGONIA E NADA, TIVEMOS QUE CORRER PARA UM HOSPITAL PARTICULAR ,SENÃO ESSA HORA JÁ NÃO A TERÍAMOS ,O POBRE TRABALHADOR NÃO TEM O MÍNIMO DE DIGNIDADE

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