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Quarta-feira, 12 de maio de 2021

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“Mauro e Wellington me culpam até pela falta de chuva em Cuiabá”, brinca Taques em sabatina

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

“Mauro e Wellington me culpam até pela falta de chuva em Cuiabá”, brinca Taques em sabatina
O governador Pedro Taques (PSDB), que busca a reeleição, foi um dos candidatos ao Governo elencados a participar da sabatina proposta pela Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt). Taques iniciou sua fala citando uma charge na qual, segundo ele, seus adversários Mauro Mendes (DEM) e Wellington Fagundes (PR) reclamariam da falta de chuva em Cuiabá e atribuiriam à ele o clima seco, arrancando gargalhadas dos empresários que acompanhavam o encontro.

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O clima de descontração não durou muito tempo, logo o governador passou a citar gestões passadas, em especial o ex-governador Silval Barbosa. Taques assumiu que não fez tudo que pretendia enquanto governador, mas atribuiu novamente os problemas enfrentados por sua gestão à crise econômica e defendeu que gastou muito tempo “organizando” o Governo que recebeu “quebrado”. 

Conforme Pedro Taques, há um déficit no quadro de servidores do Estado, principalmente na Educação. Mas, apesar da carência no funcionalismo, Taques considera que “avançou muito” nesta área. 

O governador afirmou, ainda, que parte da dívida com fornecedores – que ele tenta parcelar por meio de decreto – é atribuída a investimentos feitos na Educação, como na reforma e construção de novas escolas. 

O tucano apresentou também uma série de dados referentes a investimentos na Segurança Pública e garantiu que, apesar da crise, conseguiu “enxugar” em cerca de R$ 1 bilhão o custo da máquina pública. “Cuidado com candidatos que propõem diminuir a máquina. Diminuir em quê?”, questionou.

Taques afirmou ser “absolutamente” favorável aos incentivos fiscais, “mas não aos amiguinhos do rei como era feito na gestão passada”. 

Taques admitiu a necessidade de uma Reforma Tributária no Estado, pauta que tem sido cobrada frequentemente por seus adversários. O governador relembrou que há um estudo pendente, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), paralisado segundo ele por conta da Reforma proposta pelo Governo Federal. 

“Melhoramos na Educação, melhoramos na Segurança, tivemos avanços na Saúde e melhoramos na Infraestrutura (...) Eu quero confessar à vocês que não fizemos tudo, mas melhoramos muito o Estado. E eu tenho a consciência, a convicção, de que podemos melhorar mais. Não caiam em conversa de mentira em época de eleição. Algumas pessoas não conhecem Mato Grosso, eu estou mais experiente, mais preparado para continuar governando o Estado”.

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