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Sábado, 14 de dezembro de 2019

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Ex-servidor acusado de integrar esquema na Seduc tenta liberdade no STJ

Da Redação - Lázaro Thor Borges

23 Mai 2016 - 17:55

Foto: Rogério Florentino Pereira/OD

Moisés Dias da Silva

Moisés Dias da Silva

Após ter pedido de liberdade negado pelo desembargador Rondon Bassil Dower Filho da Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, o ex-servidor Moisés Dias da Silva recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para anular a decisão liminar.

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O ex-servidor foi apontado pela operação como suposto organizador do esquema de cobrança de propinas para liberação de pagamentos às empreiteiras que executavam obras de unidades escolares do Estado. O acusado está preso preventivamente desde o dia 03 deste mês.

Ao negar o habeas corpus protocolizado pela defesa de Moisés da Silva, o desembargador Rondon Bassil argumentou que se for posto em liberdade o acusado pode dar “continuidade à prática de crimes contra a administração pública”.

No STJ, o pedido de liberdade foi protocolizado nesta sexta-feira (20) e já está concluso para a decisão do relator do processo, que será o ministro Sebastião Reis Júnior.
Exoneração na AL

Exoneração na AL

Moisés Dias da Silva foi exonerado da função de assessor parlamentar pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) após a deflagração da “Operação Rêmora”.

Segundo o Ministério Público Estadual, a organização criminosa investigada pela operação era composta pelo núcleo de agentes públicos, o núcleo de operação e o núcleo de empresários. Moisés da Silva participava do primeiro, junto aos servidores Wander Luiz dos Reis e Fábio Frigeri. Eles estariam encarregados de viabilizar as fraudes nas licitações da Seduc mediante recebimento de propina.

2 comentários

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  • MARCELO
    24 Mai 2016 às 07:09

    IMAGINAMOS QUE EM NOSSO PAIS TODOS ESSES DESTRUIDORES DA SOCIEDADE, FOSSEM CONDENADOS A MAIS DE TRINTA ANOS DE PRISÃO EM REGIME FECHADO, ACREDITO QUE TERÍAMOS TRINTA ANOS SEM PREOCUPAÇÃO COM ELES E DIMINUIRIA NOVOS INTERESSADOS.

  • Ademir
    23 Mai 2016 às 19:00

    Se investigarem a passagem dele como presidente da Sanecap irão ver o que realmente junto com outros diretores o porque a empresa faliu!!

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